5 de junho de 2024

GLOBAL BURDEN OF DISEASE STUDY

 

O Global Burden of Disease Study (GBD) é uma pesquisa internacional colaborativa que visa quantificar a carga de doenças, lesões e fatores de risco em todo o mundo. Ele fornece uma visão abrangente sobre a saúde global e ajuda a entender as causas de mortalidade e incapacidade nas populações. 

O GBD foi iniciado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em colaboração com a Harvard School of Public Health e o World Bank em 1990. O GBD é uma ferramenta essencial para entender a saúde global, permitindo uma abordagem baseada em evidências para melhorar a saúde pública e reduzir a carga de doenças em diferentes populações.

Desde 2007, o Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME) na Universidade de Washington coordena o estudo. O GBD usa uma ampla gama de dados de mortalidade, morbidade e fatores de risco de diferentes fontes, como registros de saúde, censos, estudos de coorte e pesquisas populacionais.

A carga de doenças é medida em Disability-Adjusted Life Years (DALYs), que combinam anos de vida perdidos devido à morte prematura e anos vividos com incapacidade.

O GBD fornece estimativas anuais detalhadas de mortalidade e morbidade para uma variedade de doenças e condições em nível global, regional e nacional. Os dados são usados por formuladores de políticas, pesquisadores e organizações de saúde para identificar prioridades de saúde, alocar recursos e desenvolver intervenções de saúde pública.

O GBD é atualizado regularmente para refletir as mudanças nas tendências de saúde e melhorar a precisão dos dados com novas informações e metodologias.

22 de setembro de 2023

ESTIGMATIZAÇÃO E INIQUIDADE EM SAÚDE PARA DOENTE EM SITUAÇÃO DE RUA, SORO...

#diversidadehumana #diversidadeesaude #competenciacultural #mulhertrans #medicinaufpb #ufpb 

Este vídeo é a apresentação e feedback para meus alunos do Grupo 4 da turma 1 da Disciplina "Diversidade Étnica e Cultural na Medicina", em uma atividade em sala aula sobre "Preconceito, Discriminação e Estigma em Saúde". 

O grupo 4 foi composto pelos discentes de graduação em Medicina da UFPB Andresa Borges Fernandes Assis, José Nunes de Queiroz Neto, Karolaynne Karen Rodrigues da Silva, Maitê Maria de Souza Veras e Mayke da Silva Sousa, que participaram ativamente dessa discussão e contribuíram com suas ideias e perspectivas. Juntos, eles trabalharam colaborativamente para uma atividade de sensibilização, pensando em um sistema de saúde mais inclusivo, compassivo e eficaz para todos os membros de nossa comunidade, independentemente de sua situação de vida ou estado de saúde. 

Parabéns, Grupo 4!...


20 de setembro de 2023

ESTIGMA CONTRA PESSOAS QUE VIVEM COM HIV

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Dentro da temática "Preconceito, discriminação e estigma na saúde", meus alunos do Grupo 2 desenvolveram o tema "Estigma contra pessoas que vivem com HIV". Este vídeo é a devolutiva sobre o trabalho desse grupo de nossa turma 1 de "Diversidade Étnica e Cultural na Medicina": Mariana Alves Patrício, Isabela Mota Gomes, Igor Tomaz Moreira, Renan, Vieira Costa, Lucas Duarte e João Vinicius Melo. As normas culturais sobre o risco sexual e as crenças sobre o HIV influenciam as atitudes e práticas dos profissionais de saúdeem relação às pessoas que vivem com o HIV/AIDS. Foi isso que o Grupo 2 da nossa turma percebeu, desenvolvendo essa atividade de problematização em sala de aula. É compensador ver como os estudantes do terceiro período da graduação em medicina trabalharam juntos de forma eficaz abordando a estereotipagem, o preconceito, a discriminação e o estigma enfrentados por um usuário do sistema de saúde que vive com HIV. Parabéns a esses estudantes do Grupo 2! A nota foi a máxima!...


18 de setembro de 2023

DISCRIMINAÇÃO E EXCLUSÃO DE UMA MULHER TRANS EM UMA UNIDADE DE SAÚDE

#diversidadehumana #diversidadeesaude #competenciacultural #mulhertrans #medicinaufpb #ufpb

Dentro da temática "Preconceito, discriminação e estigma na saúde", meus alunos desenvolveram o tema "Discriminação e Exclusão". Este vídeo é a devolutiva sobre o trabalho do Grupo 5 de nossa turma de "Diversidade Étnica e Cultural na Medicina": Sara Bezerra Motta Câmara; Bruno Wellington Silva Oliveira; Mateus Moura Ferreira; Isabelle Albuquerque Reis; Mantcho Soares de Lima. 

A discriminação e a exclusão na área da saúde são questões complexas e profundamente enraizadas em nossa sociedade. Esses problemas não apenas afetam a qualidade de vida das pessoas, mas também impedem o acesso equitativo aos cuidados de saúde, contribuindo para desigualdades na saúde. Nesta atividade de problematização, os meus alunos exploraram esses fenômenos a partir da criação de uma situação-problema em que um usuário ou usuária do sistema de saúde se apresentasse alvo de discriminação, levando à sua exclusão. 

É animador ver como os estudantes de graduação em medicina trabalharam juntos de forma tão eficaz abordando a discriminação e o preconceito enfrentados por uma mulher trans em fase de transição de gênero em um serviço de saúde. Esse trabalho em equipe mostra comprometimento com a igualdade e a justiça no atendimento médico para todos. 

Ao enfrentar esse desafio complexo, os estudantes não apenas estão adquirindo conhecimento clínico, mas também estão desenvolvendo empatia e sensibilidade cultural, habilidades essenciais para futuros médicos. Eles estão contribuindo para a construção de um ambiente de saúde mais inclusivo, onde cada paciente é tratado com respeito e dignidade, independentemente de sua identidade de gênero. Esse tipo de trabalho em equipe é um passo importante na direção de uma sociedade mais justa e igualitária, e reflete o papel fundamental que os futuros profissionais de saúde desempenharão na promoção da saúde e bem-estar de todos os pacientes, independentemente de sua identidade de gênero. Parabéns a esses estudantes por seu comprometimento com a mudança positiva na área da saúde! A nota foi a máxima!...

13 de setembro de 2023

DEFESA PÚBLICA DE MEMORIAL PARA PROFESSORA TITULAR DE RILVA LOPES DE SOU...

#ufpb #memorialacademico #professortitular #ccmufpb #carreira #vida #medicina #defesapublica

É com gratidão e especial contentamento que apresento este memorial acadêmico, documentando minha trajetória como professora na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) ao longo dos últimos 29 anos de magistério. Para além da mera repetição dos dados quantitativos elencados na Tabela de Pontuação para Progressão Docente, conforme a Resolução correspondente, tento destacar as coerências (e incoerências) entre as atividades desenvolvidas e meu próprio percurso formativo e formador. 

Contudo, não é simples ou fácil avaliar a mim mesma, o que representa um exercício de autorreflexão que, por sua vez, também é uma oportunidade de aprendizado. A realização de uma autoavaliação qualitativa, das experiências, revela insights sobre o nosso próprio trabalho e que não estão disponíveis em avaliações quantitativas, orientadas por imperativos institucionais, porque a abordagem qualitativa é capaz de identificar aspectos experienciais, fornecendo uma visão mais compreensiva e interpretativa do vivido. Isso exige um reviver, quase como uma “catarse”, mas também pressupõe o emprego da razão sobre os próprios objetivos e intencionalidades na qualidade da pessoa como um agente, ou seja, um ser atuante. 

Assim, a questão que norteou este memorial foi a seguinte: Como minhas experiências de vida (pessoal e profissional) contribuíram, ou não, para a minha identidade como professora universitária nos últimos 28 anos? Duas subquestões foram estas: Que tipos de experiências de vida emergem neste processo de rememoração? Que contribuições à UFPB posso perceber na exploração de como construí o que chamo de “minha vida docente”? 

Expresso inicialmente minha gratidão pelo acolhimento do convite feito pelo Prof. Eduardo Sérgio Soares Sousa, presidente da comissão, por parte dos professores externos que a compõem, e que vieram nos honrar com sua avaliação e arguição, como resposta ao meu pedido de promoção à Classe de Titular da Carreira de Magistério Superior na UFPB. 

O itinerário de vida de cada um de nós é uma jornada única, composta por uma série de experiências que forjam quem nos tornamos ao longo do tempo, e vamos guardando essas memórias valiosas. 

Nessa exposição memorialista, compartilho não apenas os números que constituem o currículo, mas também a história por trás desses números, as jornadas de aprendizado que vivenciei, as interações transformadoras com meus alunos, colegas e servidores do CCM, e com todas as pessoas que fizeram parte desse itinerário de vida, e que contribuíram com o meu fazer docente, direta ou indiretamente. 

Deixo aqui a minha gratidão!...


1 de setembro de 2023

MENTORIA ACADÊMICA NO MESTRADO: AVANÇANDO NO PROJETO

#mentoriaacadêmica #mestradoprofissional #projetodepesquisa #TCM #ufpb

Na segunda sessão síncrona dessa mentoria acadêmica, iniciei a orientação da dissertação do mestrando e engenheiro de alimentos e especialista em segurança do trabalho Renan Pimentel sobre a gestão do risco biológico para profissionais de saúde em enfermarias de pediatria. Durante nossa segunda sessão de mentoria, foram revisados os objetivos do projeto e orientações sobre a seção de métodos, com orientações para desenvolver procedimentos de coleta de dados e análise qualitativa dos resultados. Alguns dos tópicos discutidos foram a delimitação do universo de profissionais a serem incluídos no projeto e o referencial teórico.


27 de agosto de 2023

EM MEMÓRIA DE FABIANA FLÁVIA, QUERIDA ALUNA...

#fabianaflavia #medicina #ufpb #saudades

Há uma semana, nossos corações e nossas mentes receberam a notícia desoladora e impactante: a jovem médica Fabiana Flávia, minha ex-aluna, que se graduou na turma de 2014 na nossa UFPB e de cuja turma de graduação fui madrinha de formatura, com muita honra, se fora para sempre deste mundo. Com meu respeito à sua família, quero registrar nesse singelo memorial pela inesperada, repentina e impactante perda de Fabiana, e que nos deixou com uma sensação de vazio que foi difícil de expressar em palavras na última semana. E não há palavras para descrever condolências pelo trauma que sua família vivenciou uma semana atrás e a desolação que enfrentou na semana que passou, e que seguirá, marcada de saudades, tristeza e perplexidade... Que Deus conforte o coração do seu marido, seu filhinho, pais, e toda a família e amigos.


26 de agosto de 2023

EQUIDADE DE GÊNERO NA SAÚDE - PREÂMBULO

#gênero #saúde #equidade #diversidade

O gênero, como mediador das relações sociais entre homens e mulheres em seus papéis, comportamentos, atividades, atributos e oportunidades, é um dos principais determinantes sociais da saúde. 

Proponho as seguintes questões norteadoras para discussão com minha turma da disciplina de "Diversidade Étnica e Cultural na Medicina" no nosso encontro presencial sobre “Equidade de Gênero na Saúde”, a partir dessa introdução feita no vídeo:

- Existem diferenças de gênero na saúde mental e física?

- Qual é a importância relativa dos determinantes estruturais, comportamentais e psicossociais da saúde em função do gênero?

- As diferenças de gênero na saúde são atribuíveis ao diferente contexto estrutural (socioeconômico, idade, suporte social, arranjo familiar) em que mulheres e homens vivem e à sua exposição diferenciada ao estilo de vida (fumar, beber, exercício, dieta) e psicossocial (eventos críticos da vida, estresse, recursos psicológicos?)

- As diferenças de gênero na saúde também podem ser atribuídas às diferenças de gênero na vulnerabilidade a esses determinantes estruturais, comportamentais e psicossociais da saúde?


24 de agosto de 2023

REFERENCIAL TEÓRICO E REVISÃO DE LITERATURA

#referencialteorico #revisaodeliteratura #ufpb

Uma revisão de literatura e um referencial teórico não são a mesma coisa e não podem ser usados de forma intercambiável. Enquanto uma estrutura teórica descreve os fundamentos teóricos do seu trabalho, uma revisão da literatura avalia criticamente as pesquisas existentes relacionadas ao seu tópico. Você provavelmente precisará de ambos em sua dissertação.


3 de agosto de 2023

CLÍNICA AMPLIADA E TRABALHO INTERDISCIPLINAR NA SAÚDE

       #clinicaampliada #interdisciplinaridade #saude #trabalhoemsaude #ufpb

Este vídeo busca despertar o interesse dos estudantes da área da Saúde e fazê-los refletir sobre os princípios fundamentais da Clínica Ampliada, enfatizando o foco no paciente como pessoa integral e a importância da abordagem interdisciplinar.

2 de agosto de 2023

NÁUSEAS E VÔMITOS EM PACIENTES COM CÂNCER

Sejam bem-vindos ao nosso canal dedicado ao estudo do eixo humanístico da graduação e pós-graduação em saúde! No vídeo de hoje, abordamos um tema importante para estudantes da área: Náuseas e Vômitos em Pacientes com Câncer.

Sabemos que uma jornada acadêmica é repleta de desafios, e é fundamental que futuros profissionais da saúde estejam preparados para lidar com situações complexas, como o cuidado de pacientes oncológicos.

Neste conteúdo educacional, abordam-se orientações essenciais sobre a gestão de náuseas e vômitos em pacientes com câncer. Entender as causas e os controlar por trás desses sintomas é crucial para oferecer o suporte necessário e melhorar a qualidade de vida dos pacientes durante o tratamento oncológico.

A gestão clínica dos sintomas em oncologia está associada à melhora da qualidade de vida do paciente e da família, maior adesão ao tratamento e pode até oferecer vantagens de sobrevida. A maioria dos pacientes com câncer apresenta sintomas, cuja prevalência e gravidade variam de acordo com o tipo de câncer, estágio, tratamento(s) e comorbidades. Os pacientes geralmente experimentam mais de um sintoma em determinado momento. Náuseas e vômitos em cuidados paliativos são sintomas comumente experimentados, e a etiologia é muitas vezes multifatorial. Os agentes farmacológicos são o principal método de paliação de náuseas e vômitos em pacientes com doenças limitantes da vida. Existem duas abordagens diferentes para a seleção de drogas, que podem ser chamadas de empíricas e mecanicistas.

Ao longo do vídeo, vamos abordar os seguintes assuntos:

1.     O que são náuseas e vômitos;

2.    As principais causas das náuseas e vômitos estão relacionadas ao câncer e aos tratamentos como quimioterapia e radioterapia;

3.    Estratégias farmacológicas para o controle das náuseas e vômitos;

Agradecemos a sua audiência e dedicação à busca por conhecimento! Vamos juntos fortalecer a excelência no cuidado aos pacientes oncológicos. Até lá!


29 de julho de 2023

BANCA DE QUALIFICAÇÃO DE MESTRADO DE PEDRO PAULO ALCINO - PROFSAUDE/UFPB

#qualificaçãomestrado #projetodepesquisa #mestradoprofissional #profsaude #educaçãoemsaúde #cancerdeboca #prevenção #promoçãodasaúde

Olá, comunidade acadêmica! Compartilho o vídeo da Banca de Qualificação de Projeto de Mestrado do cirurgião-dentista Pedro Paulo Alcino da Silva.

Bem-vind@s à empolgante sessão de Qualificação de Mestrado, onde mergulhamos no conhecimento sobre prevenção de câncer de boca e exploramos novas fronteiras na área de estudo, que visa à elaboração de uma cartilha educativa.

Neste evento, o mestrando Pedro Paulo apresentou seu trabalho em desenvolvimento, compartilhando o seu estudo metodológico, insights e desafios a serem superados durante sua jornada no mestrado profissional PROFSAUDE, polo UFPB/UFRN. Foi uma sessão repleta de aprendizado, reflexões e discussão enriquecedora.

25 de julho de 2023

BANCA DE QUALIFICAÇÃO DE MESTRADO DE EVELINE BARROS - PROFSAUDE/UFPB

#qualificaçãomestrado #projetodepesquisa #mestradoprofissional #profsaude #educaçãoemsaúde

Olá, comunidade acadêmica! É com entusiasmo que compartilho com vocês o vídeo da Banca de Qualificação de Projeto de Mestrado da médica geriatra Eveline Emília Barros Dantas. Nossa banca de qualificação é um momento significativo em que os mestrandos apresentam seus projetos de pesquisa em andamento, revelando as bases teóricas, metodologias e resultados preliminares de suas pesquisas. A avaliação criteriosa dos membros da banca contribui para fortalecer o projeto, garantindo que a qualidade acadêmica seja alcançada. É fundamental lembrarmos que uma qualificação de mestrado representa um momento enriquecedor para os mestrandos e para aprimoramento de seu projeto, e uma oportunidade importante para correções de rumos. Neste vídeo, você acompanhará trechos das apresentações dos nossos alunos de mestrado, bem como os valiosos comentários e feedbacks dos professores membros da banca.

A participação nessa telerreunião implicou na concordância implícita com a gravação; com as devidas precauções, a gravação nos auxiliará a manter um registro preciso das reflexões e decisões tomadas hoje para melhor ajuste do projeto e para a manutenção da transparência no nosso trabalho no PROFSAUDE.

6 de julho de 2023

MENTORIA ACADÊMICA NO MESTRADO PROFISSIONAL: INICIANDO PROJETO DE TCM

#mentoriaacadêmica #mestradoprofissional #projetodepesquisa #TCM #UFPB

Como parte da função de mentora acadêmica, iniciei a orientação da dissertação do engenheiro de alimentos e especialista em segurança do trabalho Renan Pimentel sobre o tema do risco biológico para profissionais de saúde em enfermarias de pediatria. 

Durante nossa primeira sessão de mentoria, abordaram-se aspectos introdutórios na construção do projeto, com orientações para iniciar o desenvolvimento do projeto de pesquisa. Alguns dos tópicos discutidos foram a definição do problema de pesquisa. 

Será fundamental identificar lacunas no conhecimento existente e estabelecer uma base para a investigação. Será iniciada a revisão da literatura, com busca e análise crítica das publicações relevantes sobre a questão de pesquisa. Além disso, é fase de elaborar a Justificativa e os objetivos da dissertação ou trabalho de conclusão de mestrado (TCM).

28 de junho de 2023

DIA DO ORGULHO LGBTQIAPN+

#repost @ufpb.oficial #diversidadehumana #diadoorgulholgbtqia #dia28dejunho

Como professora de diversidade humana na saúde, saudamos este Dia do Orgulho LGBTQIAPN+. É um momento importante para celebrar a diversidade e promover a inclusão de todas as pessoas, independentemente da sua orientação sexual, identidade de gênero ou expressão de gênero.

Nós reconhecemos que a saúde é um direito fundamental de todos os indivíduos, e é nosso compromisso garantir que os futuros profissionais de saúde estejam preparados para atender às necessidades específicas da comunidade LGBTQIAPN+. Isso envolve uma educação sensível e inclusiva, que respeite as experiências e os desafios enfrentados por pessoas LGBTIAPN+, bem como promova o respeito e a igualdade em todos os aspectos do cuidado de saúde.

Neste dia, reafirmamos nosso apoio à luta pelos direitos LGBTQIAPN+ e nos comprometemos a continuar a promover a igualdade e a inclusão no campo da saúde. Estamos empenhados em fornecer um ambiente seguro e acolhedor para todos os estudantes e profissionais de saúde, independentemente de sua orientação sexual ou identidade de gênero.

Lembramos também que o trabalho em prol da diversidade e inclusão não se limita apenas a este dia. É um compromisso contínuo que deve ser incorporado em nosso currículo, práticas e políticas institucionais.

16 de junho de 2023

BANQUINHAS 2023 MQUANTI: EXERCÍCIOS METODOLÓGICOS DE CONCLUSÃO DE DISCIPLINA

Hoje ocorreram duas bancas simuladas ("banquinhas") de defesa de projetos de pesquisa de conclusão da disciplina de Métodos Quantitativos no Programa de Mestrado Profissional em Gestão em Organizações Aprendentes (UFPB). Esta têm sido uma atividade fundamental no contexto de um curso sobre metodologia de pesquisa de abordagem quantitativa para os mestrandos. Essas simulações permitem que os estudantes pratiquem a apresentação oral de seus projetos de pesquisa, recebendo feedback e avaliação de uma banca examinadora composta pela professora e mestrandos colegas de turma. Durante as bancas simuladas, os mestrandos têm a oportunidade de demonstrar seus conhecimentos e habilidades na estruturação e fundamentação teórica de seus projetos, na definição adequada de objetivos e hipóteses, na seleção e justificativa dos métodos quantitativos a serem utilizados, bem como no plano de análise e interpretação dos resultados esperados. Além disso, as bancas simuladas oferecem um espaço para discutir aspectos éticos e metodológicos relevantes para a pesquisa.

As bancas simuladas também estimulam a interação e o debate entre os mestrandos, que têm a oportunidade de aprender com as experiências e sugestões apresentadas pelos colegas. Além disso, essas simulações podem contribuir para a criação de um ambiente de colaboração e compartilhamento de conhecimentos entre os participantes do curso.

Ao final das bancas simuladas, os mestrandos recebem um feedback detalhado sobre suas apresentações, permitindo que eles identifiquem pontos fortes e aspectos para possível aprimoramento nos seus projetos de pesquisa.


O primeiro projeto apresentado teve como objeto de estudo a evasão do Programa Jovem Aprendiz nas unidades socioeducativas de João Pessoa, Paraíba, que constitui um problema complexo e multifacetado que afeta a educação e o desenvolvimento dos jovens. No contexto do Programa Jovem Aprendiz, que busca promover a inserção de jovens no mercado de trabalho por meio da combinação de aprendizado prático e formação teórica, a evasão pode representar uma barreira significativa para o sucesso do programa e para o futuro desses jovens. 


O segundo projeto exibido foi sobre o impacto de uma intervenção educativa para crianças da primeira e segunda séries do ensino fundamental com diagnóstico de déficit de aprendizagem em uma escola municipal de Santa Rita, Paraíba. O acompanhamento adequado dos alunos com déficit de aprendizagem é essencial para promover a inclusão e o desenvolvimento educacional desses estudantes. Nesse sentido, equipes multiprofissionais desempenha um papel fundamental, reunindo profissionais de diversas áreas para oferecer suporte e intervenção personalizada.

9 de junho de 2023

I BANQUINHA 2023 DE CONCLUSÃO DA DISCIPLINA "MÉTODOS QUANTITATIVOS"

#pesquisacientifica #mentoriaacademica #metodologiadepesquisa #ufpb 


Exercício de apresentação e apreciação de projeto de pesquisa como trabalho de conclusão da disciplina "Métodos Quantitativos" na  #UFPB em 2023.1.

As discussões de projetos de pesquisa por mestrandos podem ser consideradas como uma forma de produção de conhecimento. Durante essas discussões, os mestrandos têm a oportunidade de compartilhar suas ideias, apresentar suas propostas de pesquisa e receber feedback e insights de seus colegas e orientadores.

Essas discussões promovem a troca de conhecimentos, experiências e perspectivas, permitindo que os mestrandos ampliem sua compreensão sobre o tema de pesquisa, identifiquem lacunas no conhecimento existente e desenvolvam abordagens metodológicas mais sólidas.

Além disso, as discussões de projetos de pesquisa podem levar a novas descobertas, novas hipóteses e novos caminhos de investigação. Ao ouvir diferentes opiniões e pontos de vista, os mestrandos são desafiados a refletir criticamente sobre suas pesquisas e a aprimorar seus projetos.

Essa interação entre os mestrandos também contribui para a construção de uma comunidade acadêmica colaborativa, onde os estudantes podem se apoiar mutuamente, compartilhar recursos e estabelecer parcerias de pesquisa.

Portanto, as discussões de projetos de pesquisa por mestrandos desempenham um papel importante na produção de conhecimento, estimulando o pensamento crítico, o aprofundamento teórico e o desenvolvimento de habilidades de pesquisa. Essas trocas promovem um ambiente propício à geração de novas ideias e ao avanço do conhecimento científico em uma determinada área.