27 de março de 2025
MONOGRAFIA SOBRE DIVERSIDADE E SAÚDE MENTAL: Leitura e Devolutiva
25 de março de 2025
O PROCESSO DO CUIDADO EM SAÚDE: Conversa com Nossos Mestrandos do ProfSaude
12 de março de 2025
RODA DE CONVERSA SOBRE VIOLÊNCIA DE GÊNERO NO CCM-UFPB
12 de janeiro de 2025
SEMIOLOGIA CLÍNICA DOS TREMORES
5 de janeiro de 2025
DOENÇA E EXISTÊNCIA
4 de janeiro de 2025
"A MEDICINA DA PESSOA": REVISITANDO O LIVRO DO PROF. PERESTRELLO
15 de novembro de 2024
PACIENTE, CLIENTE OU USUÁRIO DO SISTEMA DE SAÚDE?
13 de novembro de 2024
O PRONTUÁRIO ELETRÔNICO E SEU IMPACTO NO CUIDADO EM SAÚDE
2 de novembro de 2024
PROFISSIONAIS DE MEDICINA E ENFERMAGEM USAM UMA SÓ LENTE CLÍNICA?
28 de junho de 2023
DIA DO ORGULHO LGBTQIAPN+
#repost @ufpb.oficial #diversidadehumana #diadoorgulholgbtqia #dia28dejunho
Como professora de diversidade humana na saúde, saudamos
este Dia do Orgulho LGBTQIAPN+. É um momento importante para celebrar a
diversidade e promover a inclusão de todas as pessoas, independentemente da sua
orientação sexual, identidade de gênero ou expressão de gênero.
Nós reconhecemos
que a saúde é um direito fundamental de todos os indivíduos, e é nosso
compromisso garantir que os futuros profissionais de saúde estejam preparados
para atender às necessidades específicas da comunidade LGBTQIAPN+. Isso envolve
uma educação sensível e inclusiva, que respeite as experiências e os desafios
enfrentados por pessoas LGBTIAPN+, bem como promova o respeito e a igualdade em
todos os aspectos do cuidado de saúde.
Neste dia,
reafirmamos nosso apoio à luta pelos direitos LGBTQIAPN+ e nos comprometemos a
continuar a promover a igualdade e a inclusão no campo da saúde. Estamos
empenhados em fornecer um ambiente seguro e acolhedor para todos os estudantes
e profissionais de saúde, independentemente de sua orientação sexual ou
identidade de gênero.
Lembramos também que o trabalho em prol da diversidade e inclusão não se limita apenas a este dia. É um compromisso contínuo que deve ser incorporado em nosso currículo, práticas e políticas institucionais.
10 de janeiro de 2023
PODCAST ANDRAGÓGICA: RETROSPECTIVA 2022
Pequena retrospectiva enviada pela equipe do Spotify sobre o início do "Podcast Andragógica Profa. Rilva Muñoz"
4 de outubro de 2022
QUANDO OS HOMENS BONS SE OMITEM...
Uma frase conhecida de advertência contra a complacência foi
atribuída erroneamente ao filósofo e estadista irlandês do século XVIII, Edmund
Burke.
Burke disse algo parecido com a citação em seu “Thoughts on
the Cause of the Present Discontents” (1770): “Quando os homens maus se
combinam, os bons devem se associar; senão eles cairão, um por um, um
sacrifício impiedoso em uma luta desprezível”. Então a citação pode ter sido
uma paráfrase.
Pode ter sido essa a provável fonte da atribuição errônea ou
apócrifa na biografia intelectual de Burke.
Na melhor das hipóteses, a essência da citação pode ser
rastreada até o filósofo utilitarista John Stuart Mill, que fez um discurso
inaugural em 1867, mencionando que "os homens maus não precisam de nada
mais para alcançar seus objetivos que os homens bons não fizerem nada. Não é um
bom homem aquele que, sem protesto, permite que o mal seja cometido em seu nome
e com os meios que ele ajuda a fornecer”.
Pode-se resumir a ideia da citação em tela da seguinte maneira: Quando os homens bons se omitem, todos sofrerão.
#edmundburke
#johnstuartmill
20 de dezembro de 2021
AGRADECENDO POR 2021!...
No apagar das luzes deste ano de 2021, quero agradecer. Pela
saúde, pela vida, pelo entusiasmo em aprender e compartilhar conteúdo. Quero
desejar a todos e todas o melhor, quer em termos pessoais quer em termos
acadêmicos. O ano de 2020 foi uma jornada imprevisível através da pandemia, e
muitas outras dificuldades que tornaram a vida muito difícil para as pessoas em
todo o mundo. Mas, à medida que nos aproximamos do final deste ano (faltam
apenas 11 dias para 2022) odos devemos aceitar o fato de que, a cada ano que
passa, devemos deixar para trás as memórias ruins. Portanto, agora, ao abraçarmos
o próximo ano sejamos todos positivos, com espíritos altivos e aspirações para
o futuro. Não vamos deixar que os tempos negativos nos afetem, olhando para o
futuro e trabalhando duro para realizar nossos sonhos. Cada ano traz consigo
novas oportunidades de se moldar no que você deseja ser. Que vocês preencham
seu Ano Novo com novas aventuras, conquistas e aprendizados!
Gravei este vídeo para agradecer a todas as pessoas que se
inscreveram no meu canal no YouTube neste ano de 2021. Sou muito grata por vocês
terem sintonizado este canal, e agradeço seu tempo para assistir o conteúdo que
tenho produzido.
Então por meio deste vídeo, agradeço aos inscritos neste canal
e que me acompanharam durante este ano de 2021.
3 de abril de 2021
A LEI DO INSTRUMENTO OU "O MARTELO DE MASLOW"
A “lei do instrumento”, também conhecida como “martelo de
Maslow”, é um viés cognitivo que envolve uma dependência excessiva de uma
ferramenta que nos é familiar. Um martelo não é a ferramenta mais apropriada
para todos os fins. No entanto, uma pessoa com apenas um martelo provavelmente
tentará consertar tudo usando seu martelo, sem sequer considerar outras opções.
Preferimos nos contentar com o que temos em vez de buscar alternativas
melhores.
Em 1966, o proeminente psicólogo Abraham Maslow publicou “The
Psychology of Science: A Reconnaissance” citando essa máxima em referência ao
excesso de confiança em uma ferramenta. As ferramentas que podemos aplicar aos
problemas alteram a nossa percepção dos desafios que enfrentamos e das soluções
adequadas. A tendência é que os trabalhos sejam adaptados às ferramentas, ao
invés de se adaptarem as ferramentas ao trabalho. Se alguém tem um martelo,
tende a procurar pregos.
Não é nenhuma surpresa especial descobrir que um cientista
formula problemas de uma maneira que requer, para sua solução, apenas aquelas
técnicas nas quais ele próprio é especialmente hábil. Temos essa tendência de
formular nossos problemas de forma a dar a impressão de que as soluções para
esses problemas exigem exatamente o que já temos em mãos.
Ao longo dos anos, me encontrei nessa situação, pegando as
ferramentas ou abordagens que atendiam muito bem às minhas necessidades no
passado e tentando forçá-las a ser a solução certa para meus desafios ou
problemas mais recentes.
A verdadeira transformação de qualquer tipo deve ser feita por
meio da integração das ferramentas certas e da mentalidade certa.
#leidoinstrumento #martelodemaslow #semiobloghumanitas
1 de fevereiro de 2021
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
#liberdadedeexpressao
#caracteristicasprotegidas #socrates
#isegoria #parrhesia #kant #mill
A liberdade de expressão é um valor fundamental no processo
democrático. Isso garante que as pessoas possam discutir, trocar e debater
ideias. Este direito humano permite que indivíduos e comunidades encontrem
informações que são importantes para eles e as compartilhem com outras pessoas,
sem censura ou represálias.
Contido, esse direito não é um direito absoluto: o direito não
protege o discurso de ódio ou a incitação à violência, por exemplo. O direito à
liberdade de expressão se estende a qualquer meio, incluindo comunicação
escrita e oral, mídia, protesto público, radiodifusão, obras artísticas e
publicidade comercial. O direito não é absoluto. Ele traz consigo
responsabilidades especiais e pode ser restringido por diversos motivos.
Nota pós-vídeo: “Não concordo com o que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo” é uma citação mencionada neste vídeo sendo atribuída a Voltaire, mas não há registros ligando-a a ese grande filósofo iluminista do século 18. Há muitas citações atribuídas a Voltaire que não são realmente dele, e essa pode ser uma delas. Voltaire foi copiado e imitado desde que produziu seus primeiros escritos. Mas, “em termos de espírito”, a citação “não é anti-Voltariana”, na medida em que capta a sua resistência à autoridade. (segundo o Dr. Paul Gibbard, da University of Western Australia, um dos maiores especialistas mundiais em Voltaire).
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
Para Williams, é uma situação trágica quando a liberdade de
expressão e a investigação requerem proteção em instituições de ensino
superior. O monopólio de ideias é tão perigoso quanto o monopólio do poder
político ou um monopólio na produção de bens e serviços. Podemos perguntar:
qual é o verdadeiro teste do compromisso de uma pessoa com a liberdade de
expressão? O verdadeiro teste não vem quando ela permite que as pessoas digam
as coisas que ele considera aceitáveis. O verdadeiro teste vem quando ele
permite que as pessoas digam coisas que ela considera ofensivas. O princípio
idêntico se aplica à liberdade de associação: seu verdadeiro teste surge quando
alguém permite que outros se associem voluntariamente de maneiras que ele
considera ofensivas.
Tiranos em todos os lugares, dos nazistas aos comunistas,
começaram apoiando os direitos de liberdade de expressão. Por quê? Porque o
discurso é importante para a realização dos objetivos de comando e
controle. Assim
que muitos políticos ganham poder, e isso acontece também no meio universitário, a liberdade de expressão torna-se um risco. Isso desafia suas
ideias e agenda e deve ser suprimido.
A conquista indispensável do Ocidente foi o conceito de direitos individuais, a ideia de que os indivíduos têm certos direitos inalienáveis que não são concedidos pelo governo. Os governos existem para proteger esses direitos inalienáveis. Demorou até o século 17 para que essa ideia surgisse, principalmente por meio das obras de filósofos ingleses como John Locke e David Hume. Não é possível que se aceite placidamente que no século 21 haja tentativas de suprimir esses direitos inalienáveis do cidadão.
23 de janeiro de 2021
IGNORÂNCIA MOTIVADA
Respostas à pandemia que vivemos agora destacam como as pessoas rejeitam fatos que não se enquadram em sua visão de
mundo. A negação da ciência não é apenas uma simples questão de lógica ou
ignorância. Existem cada vez mais pessoas em comunidades ideológicas altamente
polarizadas e isoladas de informações, ocupando seus próprios universos de
informação.
A NEGACIONISMO ESTÁ EM TODA PARTE. Esse tipo de pensamento
motivado e carregado de afeto explica uma ampla gama de exemplos de rejeição
extrema e resistente a evidências de fatos históricos e consensos científicos.
A negação da ciência é notoriamente resistente aos fatos porque, em primeiro lugar, não se trata apenas de fatos. A negação da ciência é uma expressão de identidade - geralmente em face de ameaças percebidas ao status quo social, político-ideológico e econômico.
21 de janeiro de 2021
A NEFASTA POLITIZAÇÃO DA VACINA
A situação em foco é a epidemia da atual doença pelo
Coronavírus 19, e o momento desse recorte é a implementação da vacinação contra
a doença neste início de 2021 e sua politização. O motivo é a franca
politização da vacina. Foi na atual semana que ocorreu a aprovação emergencial
para uso de duas vacinas para o SARS-CoV-2 e foi nesta semana que vimos
momentos bem ilustrativos da politização da vacina.
A vacina inicialmente disponível no Brasil foi a CoronaVac, da
Sinovac, que começou a ser administrada aos profissionais da saúde há dois dias
após aprovação do uso emergencial das vacinas CoronaVac e a da AstraZeneca pela
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A política, para o bem
ou para o mal, desempenha um papel crítico nas questões de saúde
pública. A racionalidade limitada, as instituições políticas fragmentadas, a
resistência de interesses concentrados geralmente levam os líderes políticos a
adotarem atitudes, mesmo quando enfrentam sérios problemas de saúde pública.
No Brasil, a corrida global para desenvolver uma vacina viável que funcione contra o coronavírus e pudesse ser distribuída em grande escala se resumiu a uma luta pelo poder entre o presidente Jair Bolsonaro e seu maior antípoda, João Dória, o magnata e governador do estado de São Paulo, econômica e politicamente influente, e que planeja concorrer contra o presidente em 2022. A crise sanitária atual torna-se uma parte importante de uma campanha eleitoral antecipada e não-oficial.
22 de outubro de 2020
DOCENTES NA CRISE DA PANDEMIA E O DESAFIO DO ENSINO REMOTO
O problema colocado pelo
professor convidado para uma atividade de Aprendizagem Baseada em Problemas em um curso promovido pela Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas da Universidade Federal da Paraíba na semana passada foi o
dilema de voltar à sua prática de professor nas atividades presenciais no
pós-pandemia.
Ele não destacou que o problema mais crítico já foi enfrentado por todos nós.
Nós nos aventuramos na educação virtual pela primeira vez por
causa da COVID-19 e temos estado online com o tipo de cursos imersivos tentando
prover o nosso melhor. Mas grande parte da instrução remota que muitos
professores experimentaram fora da sala de aula física oferecerão a seus alunos
não será nada mais do que aulas por videoconferência complementadas por atividades
de sala de aula invertida, ferramentas de gamificação e discussão assíncrona em
fóruns no sistema SIGA-A ou no Moodle Classes.
É isso levanta que toneladas de
questões, desde como os professores e universidade tratam as avaliações dos alunos
até como as instituições tratam as avaliações dos professores pelos alunos. Penso
que uma questão mais fundamental que a volta às atividades presencial
(excetuando a questão sanitária se não houver como obter uma vacinação eficaz)
é a seguinte: a exposição forçada e a experimentação com várias formas de
aprendizagem habilitada pela tecnologia levarão professores e alunos a ver a
educação online de forma mais favorável - ou menos favorável? Para mim, essa é
a real questão.
Que impacto essa imersão
emergencial no ensino on-line/modo à distância adaptado de nossa universidade e muitas instituições
pode ter sobre a confiança do corpo docente e dos alunos no aprendizado mediado
pela tecnologia? Acreditamos que o resultado final (reconhecendo que pode
levar algum tempo até que possamos julgar) será mais professores acreditando na
qualidade do aprendizado on-line e querendo incorporar o melhor do que pode
fazer em seu ensino, uma área cinzenta na distinção entre on-line e presencial
e um fechamento da lacuna de qualidade percebida por todos nós? Será que isso
poderia produzir maior ceticismo sobre a eficácia do aprendizado habilitado
pela tecnologia, seja porque a experiência para instrutores e alunos não
atingiu a maior parte dos docentes sem literácia para ensino remoto? A nossa
instituição tem preparado seus professores para ensinar nessas novas formas, mas
alguns cursos são bons, como este de “Metodologias ColaborATIVAS”, enquanto
outros estão no limite do mecanicismo.
Portanto, o desafio não será a
volta ao ensino presencial (ou híbrido), como postulou o professor convidado. O
dilema é o que estamos passando agora e passamos desde março deste ano de 2020.
O dilema foi patente quando fomos encarregados de desenvolver o plano para
colocar o ensino on-line imediatamente em um semestre suplementar e depois mais
outro. Muitos professores estão exaustos porque seus recursos estão muito aquém
da necessidade. Há colegas que não suportam mais esta sucessão de semestres
suplementares remotos. Há alguns que também estão entusiasmados porque é sua
experiência que torna esse pivô possível. Os gestores da nossa universidade devem
reconhecer a experiência de suas próprias unidades on-line e apoiá-las para que
um tempo pessoalmente opressor não se torne uma crise profissional.
As unidades do campus que
oferecem suporte à educação on-line costumam ter recursos insuficientes nos
melhores momentos, sem o investimento institucional necessário para alcançar
uma educação remota de qualidade. A resposta da COVID-19 torna isso pior, não
melhor. Designers instrucionais e professores on-line são profissionais que se
destacam em um momento que destaca a expertise que trazem, sabendo que seu
tempo, energia e talento podem fazer toda a diferença para seus alunos e para
nós, os professores que fomos colocados pela natureza nessa situação inusitada. Uma dessas instrutores é a Professora Carol Kruta. O curso ao qual me referi foi diferente dos demais, dialógico e dinâmico.
Sempre existe uma chance de que
alguns professores que resistem em usar a tecnologia para facilitar seu ensino
tenham mais probabilidade de abraçar suas práticas de ensino mais recentes após
a pandemia. Mas isso não representa um dilema, pelo contrário. É uma
oportunidade que resultou do enfrentamento da crise. Este será um resultado
mais provável se a universidade estiver vigilante em ajudar o corpo docente a
aprender e usar ativamente as ferramentas de tecnologia educacional disponíveis
para auxiliar os alunos a terem sucesso em seus cursos. Será importante para as
instituições incentivar os alunos a compartilharem seus comentários
semanalmente sobre as experiências de aprendizagem que seus instrutores estão
moldando para eles usando a tecnologia. Esse é outro dilema real que se
apresenta. Quando o corpo docente pode colocar seus egos de ensino de lado e usar
feedback negativo do aluno para melhorar suas práticas de ensino remoto, os
alunos se beneficiarão e, com sorte, o corpo docente também, porque aprenderão
a melhor forma de atender às necessidades de aprendizagem de seus alunos.
Tenho pensado muito sobre isso e
me perguntado se chegamos ao ponto de inflexão em que a tecnologia realmente seja
realmente incorporada em nossas abordagens educacionais como o o que estão
prevendo ser o “novo normal”. Essa crise mostrou que o ensino on-line realmente
tem um potencial inexplorado para apoiar o desempenho dos alunos e ajudar os gestores
da instituição a resolver a lacuna de
competências. Eu tenho essa visão em que o on-line ajuda as escolas a serem
mais flexíveis de várias maneiras. Mas isso acontecerá após passada essa fase
que estamos vivenciando. Haverá novas formas de trabalhar. Isso não é um
dilema. É um desafio.
Parece que estamos nos movendo em
direção ao aprendizado híbrido. A menos que todos nós nos tornemos
enclausurados por muito tempo, a crise da COVID-19 provavelmente acelerará esse
processo. Para professores e líderes de campus, acredito que isso exigirá mais
atenção aos fundamentos de um bom ensino e aprendizagem, bem como mais
preparação para o ensino em ambientes on-line. As pessoas querem ver isso como
um ponto de virada para a educação on-line - o momento de brilhar ou tropeçar.
Em vez de ver isso, precisamos ver como uma oportunidade para as instituições
se reorganizarem em torno de mais tecnologia, como uma chance de liderar com
mais humanidade. A pedagogia deve sempre conduzir a tecnologia, nunca o
contrário. Portanto, não há dilema pedagógico na volta ao presencial, seja de que modo ocorrer essa volta.
Minha opinião no grupo pequeno da telerreunião baseada na dinâmica de Aprendizagem Baseada em Problemas foi esta, mas foi voto vencido pois os colegas pareceram não considerar que contestar o problema colocado pelo professor convidado não seria confrontar, e sim colocar posições diversas.
Imagem: ISTOCKPHOTO.COM/MARTINWIMMER




