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12 de março de 2025

RODA DE CONVERSA SOBRE VIOLÊNCIA DE GÊNERO NO CCM-UFPB

#genero #violênciadegênero #educaçãomédica #ufpb #divulgação  #ccmufpb #diversidadeesaude #ufpb #violenciacontramulher #violencia
Amanhã haverá roda de conversa sobre violência contra a mulher no auditório do CCM, UFPB, campus I, João Pessoa-PB.

LANÇAMENTO DE NOSSO LIVRO SOBRE BARREIRAS ÀS PcD EM SERVIÇOS DE SAÚDE

#pcd #livro #educaçãomédica #ufpb #lançamento #editoradaufpb #ccmufpb #diversidadefuncional
Amanhã, a Editora da UFPB lança mais uma obra essencial para a construção de uma saúde mais inclusiva! Este livro digital foi desenvolvido por estudantes de graduação e pós-graduação da UFPB, sob minha orientação e do Prof. José Luís Maroja, com a colaboração de docentes do CCM, como os Profs. Estácio Amaro e Lilian Paschoalin, assim como de nossa assessora, a arquiteta Isabella Soares, mestranda do #ppgoa.
O livro aborda os desafios enfrentados por pessoas com deficiência no acesso aos serviços de saúde, destacando barreiras físicas, intelectuais e sensoriais que dificultam um atendimento adequado. Partindo da premissa de que a universidade deve formar profissionais preparados para atuar em um mundo marcado por desigualdades, a obra nasceu da experiência em dois projetos da UFPB: um projeto de extensão, voltado à colaboração entre academia e sociedade, e um projeto de pesquisa, que investigou as barreiras nos serviços de saúde.

13 de setembro de 2023

DEFESA PÚBLICA DE MEMORIAL PARA PROFESSORA TITULAR DE RILVA LOPES DE SOU...

#ufpb #memorialacademico #professortitular #ccmufpb #carreira #vida #medicina #defesapublica

É com gratidão e especial contentamento que apresento este memorial acadêmico, documentando minha trajetória como professora na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) ao longo dos últimos 29 anos de magistério. Para além da mera repetição dos dados quantitativos elencados na Tabela de Pontuação para Progressão Docente, conforme a Resolução correspondente, tento destacar as coerências (e incoerências) entre as atividades desenvolvidas e meu próprio percurso formativo e formador. 

Contudo, não é simples ou fácil avaliar a mim mesma, o que representa um exercício de autorreflexão que, por sua vez, também é uma oportunidade de aprendizado. A realização de uma autoavaliação qualitativa, das experiências, revela insights sobre o nosso próprio trabalho e que não estão disponíveis em avaliações quantitativas, orientadas por imperativos institucionais, porque a abordagem qualitativa é capaz de identificar aspectos experienciais, fornecendo uma visão mais compreensiva e interpretativa do vivido. Isso exige um reviver, quase como uma “catarse”, mas também pressupõe o emprego da razão sobre os próprios objetivos e intencionalidades na qualidade da pessoa como um agente, ou seja, um ser atuante. 

Assim, a questão que norteou este memorial foi a seguinte: Como minhas experiências de vida (pessoal e profissional) contribuíram, ou não, para a minha identidade como professora universitária nos últimos 28 anos? Duas subquestões foram estas: Que tipos de experiências de vida emergem neste processo de rememoração? Que contribuições à UFPB posso perceber na exploração de como construí o que chamo de “minha vida docente”? 

Expresso inicialmente minha gratidão pelo acolhimento do convite feito pelo Prof. Eduardo Sérgio Soares Sousa, presidente da comissão, por parte dos professores externos que a compõem, e que vieram nos honrar com sua avaliação e arguição, como resposta ao meu pedido de promoção à Classe de Titular da Carreira de Magistério Superior na UFPB. 

O itinerário de vida de cada um de nós é uma jornada única, composta por uma série de experiências que forjam quem nos tornamos ao longo do tempo, e vamos guardando essas memórias valiosas. 

Nessa exposição memorialista, compartilho não apenas os números que constituem o currículo, mas também a história por trás desses números, as jornadas de aprendizado que vivenciei, as interações transformadoras com meus alunos, colegas e servidores do CCM, e com todas as pessoas que fizeram parte desse itinerário de vida, e que contribuíram com o meu fazer docente, direta ou indiretamente. 

Deixo aqui a minha gratidão!...


27 de agosto de 2023

EM MEMÓRIA DE FABIANA FLÁVIA, QUERIDA ALUNA...

#fabianaflavia #medicina #ufpb #saudades

Há uma semana, nossos corações e nossas mentes receberam a notícia desoladora e impactante: a jovem médica Fabiana Flávia, minha ex-aluna, que se graduou na turma de 2014 na nossa UFPB e de cuja turma de graduação fui madrinha de formatura, com muita honra, se fora para sempre deste mundo. Com meu respeito à sua família, quero registrar nesse singelo memorial pela inesperada, repentina e impactante perda de Fabiana, e que nos deixou com uma sensação de vazio que foi difícil de expressar em palavras na última semana. E não há palavras para descrever condolências pelo trauma que sua família vivenciou uma semana atrás e a desolação que enfrentou na semana que passou, e que seguirá, marcada de saudades, tristeza e perplexidade... Que Deus conforte o coração do seu marido, seu filhinho, pais, e toda a família e amigos.


22 de setembro de 2022

UMA VIVÊNCIA DE APRENDIZAGEM NA SAÚDE

#EducaçãonaSaude #Profsaude #ufpb

Autoapresentação de Tatiane, enfermeira, nossa nova aluna do PROFSAUDE, falando à turma da disciplina Educação na Saúde, discorrendo brevemente sobre uma vivência de aprendizagem significativa durante sua trajetória como estudante da área da Saúde.

Seja bem-vinda à nossa comunidade colaborativa de aprendizagem, Tatiane!...

7 de setembro de 2022

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL: 200 ANOS

Fonte da imagem: https://inbradim.com.br/projeto-brasil-200-anos-da-independencia/

1822-2022 = 200 anos

Somos uma nação que quer viver com dignidade e honra. Não podemos suportar permanecer privados desses recursos como resultado de erros do passado, desde o Brasil Colonial. Sejam sábios ou ignorantes, todos os brasileiros desta nação, talvez sem entender em que dificuldades estão, encontram-se, de uma forma ou outra, determinados a se unirem em torno de um objetivo de liberdade. Este é o ponto sobre o qual nossa independência tentou se forjar e tenta se manter a duras penas há 200 anos.

Independência completa significa independência e liberdade em todos os campos, como política, economia, judiciário, militar, cultura... A insuficiência em um desses campos significa a perda da independência da nação. Não acreditamos ser capazes de alcançar a paz a menos que isso seja conseguido.

O princípio básico e imortal das nações que atingiram a consciência do seu valor real, grande significado e alto empenho pela manutenção da independência e da liberdade, é não permitir que ninguém prejudique essas conquistas a qualquer preço, protegendo-as com todas as forças.

As sociedades que estão sempre dispostas a sacrificar tudo para esse fim são as únicas nações que se julgam dignas do respeito contínuo à sua soberania e humanidade.

#independenciadobrasil 

#200anosdaindependênciadobrasil

#brasil

#liberdade

#paz

29 de janeiro de 2021

RETRANSMITINDO O PROGRAMA "OS PINGOS NOS IS" DE HOJE

Hoje o Semioblog Humanitas retransmite ao vivo o programa radiofônico jornalístico “Os Pingos nos Is”, apresentado pela rádio Jovem Pan.

1 de agosto de 2020

APRENDER NÃO É UM ATO FINDO: UM PREFÁCIO PARA O LIVRO DO DR. MAURUS


Sinto-me honrada pelo convite para prefaciar o novo e-book do Prof. Maurus Holanda, o melhor neurocirurgião da Paraíba. Compartilho, então, este Prefácio. Aprendi lendo o draft do livro “Guia do Exame Neurológico Objetivo” e pensei várias vezes que as dicas que contém a obra serão úteis para ensinar meus alunos de Semiologia Médica a aprenderem de forma mais simples algumas manobras e interpretações do que ensina o Dr. Maurus e seus colaboradores. Sei que os estudantes que tiverem esse livro serão ajudados a aprender sobre o exame neurológico de forma mais direta e prática. Coloco aqui uma frase de Paulo Freire que me ocorre agora que, como médica generalista, aprendi com informações simples de um expert em exame neurológico: "Aprender não é um ato findo. Aprender é um exercício constante de renovação".

PREFÁCIO

O exame neurológico é geralmente considerado intimidante por muitos estudantes de medicina e médicos residentes em clínica médica e cirúrgica, e até mesmo para médicos não neurologistas após a fase da residência. É uma parte do exame físico que costuma parecer complexa e altamente especializada.

Contudo, como demonstram o Prof. Maurus Marques de Almeida Holanda e coautores no “Guia do Exame Neurológico Objetivo”, este exame pode ser simples e acessível. O objetivo deste livro é compartilhar um guia prático para o aprendizado e a prática do exame neurológico, com orientações concretas para promover o aprendizado de forma prática e direta.

A maioria dos estudantes de medicina e médicos residentes não se tornará neurologista, mas precisa saber realizar o exame neurológico. Especialmente aqueles que se dedicarão à atenção primária à saúde, é necessário aprender como incorporar o exame neurológico ao exame físico geral, pois geralmente prepondera a ideia de que aquele seja um processo separado deste.

Ao realizar o exame neurológico, como mostra o presente trabalho, é importante manter em mente o objetivo que esta avaliação cumpre para cada paciente, sobretudo o propósito de determinar a localização anatômica do comprometimento funcional que ele apresenta. Portanto, neste livro, destaca-se claramente a importância dos princípios do raciocínio clínico e do chamado método anátomo-clínico, em que o conhecimento de neuroanatomia é a base para a interpretação do exame. Esta correlação essencial é vista em cada tópico de revisão anatômica mostrada de maneira bem ilustrada nos capítulos do livro.

Além disso, conceitos importantes são destacados com exemplos práticos, incluindo os estudos de casos clínicos curtos que vinculam a teoria à prática, assim como roteiros e orientações sobre  o registro das observações colhidas no exame. 

Por meio da leitura do presente trabalho, percebe-se que a chave para realizar um exame neurológico eficiente é a observação. Grande parte do exame é realizado simplesmente observando o paciente: como ele fala, pensa, caminha, se move e simplesmente como interage com o examinador. Um observador que se torna habilidoso na realização do exame já pode pensar na localização de uma lesão com base em observações aparentemente simples.

Este livro percorre todas as etapas desse processo e visa ajudar o leitor a realizar cada uma delas, pelo compartilhamento de conselhos de professores e neurologistas experientes, mas contando também com a participação de seus alunos-monitores da disciplina de Neurologia do curso de graduação em medicina, que imprimem sua visão experiencial como estudantes à obra, contribuindo para a apresentação dos tópicos de uma forma centrada no aprendente.

Tais tópicos, compondo cada capítulo, fornecem indicações práticas de como memorizar as conexões anatomoclínicas, como examinar e como observar anormalidades, na construção das hipóteses diagnósticas tanto do ponto de vista sindrômico, quanto topográfico e etiológico. O raciocínio clínico assim construído permite que investigações complementares oportunas sejam solicitadas com racionalidade e respeito à relação custo-benefício para o paciente, o médico e o sistema de saúde. 

Rilva Lopes de Sousa Muñoz

Docente do Departamento de Medicina Interna / Centro de Ciências Médicas / UFPB


21 de junho de 2020

A Alegria foi Cancelada na Teoria da Terra Parada? Uma Analogia com o Futebol

A teoria da "terra parada"?
Junho de 2020: Agora a conversa é sobre máscaras (boas), vacinas (esperança). 
É o que acontece quando não existe uma vacina e os méritos versus os custos de um bloqueio, que é, nesta fase, uma discussão teórica desde "nenhum de nós sabe como será a trajetória do coronavírus" até o medo de "a economia global vai quebrar".
Neste vídeo o jornalista Guilherme Fiúza expressa sua opinião sobre o assunto.

11 de abril de 2020

Estratégias de Ventilação Mecânica para Doentes com Covid-19


Esclarecimentos sobre estratégias de ventilação mecânica para doentes com Covid-19 pela médica pneumologista e intensivista Eliáuria Martins, professora de Semiologia Médica da Universidade Federal da Paraíba

Covid-19: Origem, Patogenia e Sintomas


Vídeo instrucional com a Profa. Eliáuria Martins, médica pneumologista e intensivista, professora de Semiologia Médica da UFPB, sobre a Covid-19

27 de julho de 2016

Aviso para Prova Osce do Internato Médico: 30.07.16

A próxima prova prática na modalidade Osce para o Internato do Curso de Medicina do Centro de Ciências Médicas da Universidade Federal da Paraíba será realizada no próximo dia 30 de julho, com início às 7h30, no Serviço de Apoio Ambulatorial do Hospital Universitário Lauro Wanderley (Térreo).

28 de março de 2016

Osce-Clínica Médica do DMI/CCM em Abril/2016: Aviso


A Comissão do Osce-Clínica Médica (DMI/CCM) avisa aos internos - os alunos do internato médico que cumpriram seu rodízio de Clínica Médica e ainda não realizaram este exame, e também aqueles que estão no rodízio há mais de um mês -, que a próxima prova desta modalidade será realizada no dia 02/04/16 às 7h30 no setor ambulatorial de Hematologia do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW)/UFPB

11 de novembro de 2015

23 de setembro de 2015

Espelho de Demanda Gratificante

Foto: Cópia do Espelho de Demanda da Ouvidoria Setorial de Saúde, da Secretaria de Saúde do município de João Pessoa (Fonte: Postagem de Adalberto Vieira D. Filho na rede social "Facebook" - reproduzido com permissão)

Texto do nosso ex-aluno, e agora médico dedicado, que trabalha atualmente na rede pública de saúde da cidade de João Pessoa, Paraíba, Dr. Adalberto Vieira Dias Filho, ao receber reconhecimento de familiar de uma paciente socorrida na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) municipal. No texto, está retratada a emoção de um jovem médico vocacionado diante do resultado diário de seu trabalho, mas de rara ocorrência expressa no tumultuado cotidiano de um médico socorrista. Raro também em uma época em que os médicos são depreciados e vivem verdadeiros dramas nas portas do deficitário sistema de saúde pública no Brasil. Um confronto do sonho de infância, das palavras escritas no momento da formatura e do seu virtuoso orgulho pela prática da medicina real, parecendo confirmar suas aspirações de estudante.
“Ser médico quando crescer!”, era este o desejo que ecoava dentro de mim ainda quando menino e não tinha ideia de tudo que seria preciso para conseguir sê-lo. Foi uma jornada longa, mas com um destino certo, com vitórias e derrotas que me ensinaram a ser melhor por meio da superação; durante a qual conheci pessoas maravilhosas - umas ficaram e outras não, mas todas somaram de alguma forma para que eu seja o que sou; durante esta jornada, sofri com algumas perdas e mudanças que aconteceram, mas me adaptei, levantei e decidi que sempre vale a pena continuar, que vale a pena viver.
Foram seis anos durante os quais aprendi, em teoria e prática, alguns dos muitos segredos do corpo humano; aprendi, por meio de sinais e sintomas, a identificar o que pode estar errado e o que pode ser feito para aliviar ou curar. Aos pacientes que me confiaram seus corpos, suas histórias, e pela paciência; aos amigos e familiares que compartilharam as alegrias e sofrimentos deste tempo que investi para me tornar médico; aos meus pais, sem os quais eu nunca teria chegado até aqui; a Deus, principalmente, por permitir que eu seja instrumento para o alívio da dor do outro, deixo meus mais sinceros agradecimentos. A Ele, peço, ainda, que me dê a capacidade de ver além do físico sempre, de conseguir me colocar no lugar do meu paciente, entendendo sua dor e que eu nunca a subestime." Essa foi a mensagem de introdução do meu convite. Quando recebi a notícia de que a família de um paciente voltou à UPA apenas para agradecer, lembrei de tudo que sentia quando me formei e tudo fez sentido mais uma vez! À família, muito obrigado!

UPA: Unidade de Pronto Atendimento

4 de junho de 2015

Defesas de Trabalhos de Conclusão de Curso em Medicina pela UFPB

Anunciamos as defesas públicas dos Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação em Medicina pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) de Liana Luz Lima, Taynah Pontes Machado, Aline Dantas de Sá e Lunna Maria Casimiro Sarmento, integrantes do Grupo de Estudos em Semiologia Médica.
Centro de Ciências Médicas/UFPB
08/06/15 a 10/06/15

30 de outubro de 2014

Destaque William Osler em 2014: Divany Nascimento

O "Destaque William Osler 2014" por “longevidade” no nosso grupo de estudos foi Divany de Brito Nascimento: Sete semestres letivos consecutivos (2011.1; 2011.2; 2012.1; 2012.2; 2013.1; 2013.2; 2014.1). 
Segundo Thomas Edson, para ser um bom pesquisador, é preciso ter iniciativa, ter ambição (sonhar), ser perseverante (não desistir), ter entusiasmo, ter paciência e conhecimento. Divany demonstrou claramente estas qualidades em sua profícua participação no GESME, além de demonstrar disciplina, ética e sensibilidade.
Divany participou da monitoria de Semiologia Médica da UFPB, de projeto de Iniciação Científica como bolsista do PIBIC/UFPB/CNPq, de projeto de pesquisa como voluntária e de projeto de conclusão de curso no nosso grupo.
Os últimos “Destaques William Osler” foram os alunos igualmente extraordinários do curso de medicina da UFPB: 
(1) Daniel Espínola Ronconi e Camila de Oliveira Ramalho em 2009 (seis semestres letivos consecutivos); 
(2) Guilherme Augusto Teodoro de Athayde em 2010 (seis semestres letivos sem faltas); 
(3) Gilson Mauro Fernandes Filho em 2012 (seis semestres letivos); 
(4) Cícero Faustino Ferreira em 2013 (quatro períodos sem faltas); e
(5) Destaque de grupo: Lunna, Aline, Amanda, Liana e Taynah. 
Agora, Divany é nossa integrante mais persistente, record de perseverança e de dedicação à pesquisa durante a graduação no grupo.