17 de outubro de 2025
X MENTORIA ACADÊMICA PÓS-QUALIFICAÇÃO DE IFM/PROFSAÚDE-T5
21 de agosto de 2025
VIII MENTORIA ACADÊMICA IFM/PROFSAÚDE-T5: Testando a Exposição Oral para a Qualificação
19 de junho de 2025
VI MENTORIA ACADÊMICA DO IFM/PROFSAÚDE-T5: Finalizando os Projetos
27 de fevereiro de 2025
II MENTORIA ACADÊMICA DO GRUPO PIBIC-PIVIC 2024-2025: Instrumentos de Pesquisa e Pré-Teste
21 de fevereiro de 2025
MENTORIA ACADÊMICA VI: FORMULANDO A EXPOSIÇÃO PARA QUALIFICAR
20 de fevereiro de 2025
IV MENTORIA ACADÊMICA PROFSAÚDE T5: RESGATANDO A INTRODUÇÃO
3 de janeiro de 2025
COMUNICAÇÃO MÉDICO-PACIENTE: DIALOGAR, NÃO IMPOR DECISÕES
29 de julho de 2023
BANCA DE QUALIFICAÇÃO DE MESTRADO DE PEDRO PAULO ALCINO - PROFSAUDE/UFPB
#qualificaçãomestrado #projetodepesquisa #mestradoprofissional #profsaude #educaçãoemsaúde #cancerdeboca #prevenção
#promoçãodasaúde
Olá, comunidade acadêmica! Compartilho o vídeo da Banca de
Qualificação de Projeto de Mestrado do cirurgião-dentista Pedro Paulo Alcino da
Silva.
Bem-vind@s à empolgante sessão de Qualificação de Mestrado,
onde mergulhamos no conhecimento sobre prevenção de câncer de boca e exploramos
novas fronteiras na área de estudo, que visa à elaboração de uma cartilha
educativa.
Neste evento, o mestrando Pedro Paulo apresentou seu trabalho em desenvolvimento, compartilhando o seu estudo metodológico, insights e desafios a serem superados durante sua jornada no mestrado profissional PROFSAUDE, polo UFPB/UFRN. Foi uma sessão repleta de aprendizado, reflexões e discussão enriquecedora.
25 de julho de 2023
BANCA DE QUALIFICAÇÃO DE MESTRADO DE EVELINE BARROS - PROFSAUDE/UFPB
#qualificaçãomestrado #projetodepesquisa #mestradoprofissional #profsaude #educaçãoemsaúde
Olá, comunidade acadêmica! É com entusiasmo que compartilho com
vocês o vídeo da Banca de Qualificação de Projeto de Mestrado da médica geriatra Eveline Emília
Barros Dantas. Nossa banca de qualificação é um momento significativo em que os
mestrandos apresentam seus projetos de pesquisa em andamento, revelando as
bases teóricas, metodologias e resultados preliminares de suas pesquisas. A
avaliação criteriosa dos membros da banca contribui para fortalecer o projeto,
garantindo que a qualidade acadêmica seja alcançada. É fundamental lembrarmos
que uma qualificação de mestrado representa um momento enriquecedor para os
mestrandos e para aprimoramento de seu projeto, e uma oportunidade importante
para correções de rumos. Neste vídeo, você acompanhará trechos das
apresentações dos nossos alunos de mestrado, bem como os valiosos comentários e
feedbacks dos professores membros da banca.
A participação nessa telerreunião implicou na concordância implícita com a gravação; com as devidas precauções, a gravação nos auxiliará a manter um registro preciso das reflexões e decisões tomadas hoje para melhor ajuste do projeto e para a manutenção da transparência no nosso trabalho no PROFSAUDE.
6 de julho de 2023
MENTORIA ACADÊMICA NO MESTRADO PROFISSIONAL: INICIANDO PROJETO DE TCM
#mentoriaacadêmica
#mestradoprofissional #projetodepesquisa #TCM #UFPB
Como parte da função de mentora acadêmica, iniciei a orientação da dissertação do engenheiro de alimentos e especialista em segurança do trabalho Renan Pimentel sobre o tema do risco biológico para profissionais de saúde em enfermarias de pediatria.
Durante nossa primeira sessão de mentoria, abordaram-se aspectos introdutórios na construção do projeto, com orientações para iniciar o desenvolvimento do projeto de pesquisa. Alguns dos tópicos discutidos foram a definição do problema de pesquisa.
Será fundamental identificar lacunas no conhecimento existente e estabelecer uma base para a investigação. Será iniciada a revisão da literatura, com busca e análise crítica das publicações relevantes sobre a questão de pesquisa. Além disso, é fase de elaborar a Justificativa e os objetivos da dissertação ou trabalho de conclusão de mestrado (TCM).
16 de junho de 2023
BANQUINHAS 2023 MQUANTI: EXERCÍCIOS METODOLÓGICOS DE CONCLUSÃO DE DISCIPLINA
As bancas
simuladas também estimulam a interação e o debate entre os mestrandos, que têm
a oportunidade de aprender com as experiências e sugestões apresentadas pelos
colegas. Além disso, essas simulações podem contribuir para a criação de um
ambiente de colaboração e compartilhamento de conhecimentos entre os
participantes do curso.
Ao final das bancas simuladas, os mestrandos recebem um feedback detalhado sobre suas apresentações, permitindo que eles identifiquem pontos fortes e aspectos para possível aprimoramento nos seus projetos de pesquisa.
9 de junho de 2023
I BANQUINHA 2023 DE CONCLUSÃO DA DISCIPLINA "MÉTODOS QUANTITATIVOS"
Exercício de apresentação e apreciação de projeto de pesquisa como trabalho de conclusão da disciplina "Métodos Quantitativos" na #UFPB em 2023.1.
As discussões de projetos de pesquisa por mestrandos podem ser consideradas como uma forma de produção de conhecimento. Durante essas discussões, os mestrandos têm a oportunidade de compartilhar suas ideias, apresentar suas propostas de pesquisa e receber feedback e insights de seus colegas e orientadores.
Essas discussões promovem a troca de conhecimentos, experiências e perspectivas, permitindo que os mestrandos ampliem sua compreensão sobre o tema de pesquisa, identifiquem lacunas no conhecimento existente e desenvolvam abordagens metodológicas mais sólidas.
Além disso, as discussões de projetos de pesquisa podem levar a novas descobertas, novas hipóteses e novos caminhos de investigação. Ao ouvir diferentes opiniões e pontos de vista, os mestrandos são desafiados a refletir criticamente sobre suas pesquisas e a aprimorar seus projetos.
Essa interação entre os mestrandos também contribui para a construção de uma comunidade acadêmica colaborativa, onde os estudantes podem se apoiar mutuamente, compartilhar recursos e estabelecer parcerias de pesquisa.
Portanto, as discussões de projetos de pesquisa por mestrandos desempenham um papel importante na produção de conhecimento, estimulando o pensamento crítico, o aprofundamento teórico e o desenvolvimento de habilidades de pesquisa. Essas trocas promovem um ambiente propício à geração de novas ideias e ao avanço do conhecimento científico em uma determinada área.
18 de maio de 2023
MENTORIA ACADÊMICA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA: PROJETO DE REVISÃO DE ESCOPO
13 de setembro de 2019
23 de julho de 2014
Hoje no GESME: Satisfação do Aluno de Medicina no Hospital Universitário
16 de julho de 2014
Hoje no GESME: Acurácia da Percussão Limitante do Fígado
21 de maio de 2014
Projeto de Pesquisa sobre Itinerários Terapêuticos no GESME
O objetivo deste estudo será descrever os itinerários terapêuticos construídos por pessoas com diagnóstico de fibromialgia e compreender a sua experiência da enfermidade ao percorrer o sistema de cuidado à saúde de João Pessoa, Paraíba, até chegar a um centro de reabilitação.
Compareceram à reunião 26 membros discentes do GESME e quatro docentes.
28 de setembro de 2013
10 de outubro de 2012
Apoio Social e sua Relação com Controle Glicêmico em Pacientes com Diabetes Mellitus
O objetivo geral deste estudo é avaliar a prevalência de apoio social e funcionalidade familiar, assim como sua associação com o controle glicêmico em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (DM-2) em ambulatórios de Endocrinologia do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW).
O presente trabalho terá um modelo observacional e transversal. A população será constituída por pacientes atendidos no ambulatório de Endocrinologia do Hospital Universitário Lauro Wanderley no período de agosto de 2012 a julho de 2013. A amostragem será não-probabilística por conveniência, com recrutamento consecutivo de pacientes atendidos nos referidos serviços. O tamanho da amostra será de 160 pacientes, com base no trabalho de Assunção et al. (2008).
Pessoas de ambos os sexos, acima de 18 anos, que forem atendidos nos ambulatórios de Endocrinologia do HULW. Os critérios de inclusão serão: responder espontaneamente os questionários, mediante assinatura de consentimento livre e esclarecido e não estar tomando nenhuma medicação que comprometa o preenchimento dos questionários. Pacientes que apresentarem transtornos de comunicação ou que se recusarem a responder aos questionários e a assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.
O processo de levantamento de dados será executado por duas estudantes de Medicina do sétimo período do curso de graduação em medicina da UFPB, previamente treinadas. Serão realizadas entrevistas estruturadas mediante aplicação de instrumentos padronizados e validados no Brasil. As entrevistas serão realizadas antes das consultas ambulatoriais no HULW, em local apropriado, na ausência de acompanhantes.
A variável primária é apoio social, avaliado por meio da escala de apoio social do Medical Outcome Study (MOS) As variáveis secundárias serão a funcionalidade familiar, avaliada através do APGAR de família, e sintomas depressivos, avaliados por meio da Escala de Depressão Geriátrica (EDG-15). Outras variáveis serão as sociodemográficas e clínicas.
A escala de apoio social foi elaborada originalmente para o Medical Outcome Study (SHERBOURNE; STEWART, 1991), validada no Brasil por Griep et al. (2005). Na sua forma original, esse instrumento foi concebido para abranger cinco dimensões de apoio social: material (quatro perguntas) – provisão de recursos práticos e ajuda material; afetiva (três perguntas) – demonstrações físicas de amor e afeto; interação social positiva (quatro perguntas) – contar com pessoas com quem relaxar e divertir-se; emocional (quatro perguntas) – habilidade da rede social em satisfazer as necessidades individuais em relação a problemas emocionais, por exemplo situações que exijam sigilo e encorajamento em momentos difíceis da vida; informação (quatro perguntas) – contar com pessoas que aconselhem, informem e orientem.Para todas as perguntas, cinco opções de resposta serão apresentadas: 1- nunca; 2- raramente; 3 - às vezes; 4- quase sempre e 5 - sempre (GRIEP, et al. 2005).
O APGAR de Família foi desenvolvido por Smilkstein (1978), sendo traduzido, validado e adaptado para o contexto brasileiro por Duarte (2001). Na EDG-15, avaliam-se sintomas de insatisfação com a vida, sensação de vida vazia, sentimento de desesperança, sensação de desamparo, medo de maus acontecimentos, retraimento social e perda de energia (SOUSA et al., 2007). Ele permite a identificação da família, a partir da ótica de seus membros, como um recurso psicossocial ou como apoio social deficitário e possível fator estressor. O acrônimo APGAR, proveniente da língua inglesa, corresponde às iniciais de Adaptação, Participação, Crescimento (Growth), Afeição e Resolução.
A Escala de Depressão Geriátrica com 15 itens é uma versão curta da escala original elaborada por Sheikh e Yesavage (1986). No Brasil, ela foi validada para ambulatórios gerais por Paradela et al. (2005), com sensibilidade de 81% e especificidade de 71%.
O controle glicêmico dos pacientes acompanhados no ambulatório de Endocrinologia do HULW será realizado tomando como base os registros de glicemia realizados na avaliação clínica periódica dos pacientes e contidos nos prontuários, com posterior verificação da relação entre a evolução glicêmica, o apoio social, a funcionalidade familiar e a presença de sintomas depressivos.
Na estatística descritiva serão determinadas as frequências relativas e absolutas das variáveis qualitativas e médias e desvios padrão das variáveis quantitativas. Na estatística inferencial serão empregados os testes de Qui-quadrado para as variáveis dicotômicas e os testes de Mann-Whitney e de Kruskall-Wallis. Será determinado o índice de correlação linear de Spearman para avaliar a associação entre os escores das escalas.
O projeto será submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW) da UFPB para apreciação. Todos os pacientes que concordarem em participar da pesquisa assinarão o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido aprovado pelo CEP do HULW e serão esclarecidos pela pesquisadora sobre os procedimentos da pesquisa e de que a mesma não oferece riscos, danos ou desconfortos previsíveis para sua saúde.
GRIEP, R.H.; CHOR ,D.; FAERSTEIN, E.; WERNECK, G.L.;LOPES,C.S. Validade de constructo de escala de apoio social. Cadernos de Saúde Pública, 21(3): 703-714, 2005.
SHERBOURNE CD, STEWART AL. The MOS social support survey. Soc Sci Med 1991; 38:705-14.
SOUSA, R. L; DE MEDEIROS,J.G.M; DE MOURA, A.C.L; DE SOUZA, C.L.M; MOREIRA, I. F. Validade e fidedignidade da escala de depressão geriátrica na identificação de idosos deprimidos em um hospital geral. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 56 (2): 102-107, 2007.


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