18 de fevereiro de 2025
5 de janeiro de 2025
DOENÇA E EXISTÊNCIA
4 de janeiro de 2025
UMA FÁBULA: VIVENDO, MORRENDO E APRENDENDO
13 de novembro de 2024
O PRONTUÁRIO ELETRÔNICO E SEU IMPACTO NO CUIDADO EM SAÚDE
3 de dezembro de 2022
MAPEAMENTO CONCEITUAL DA EDUCAÇÃO NA SAÚDE VOLTADA AO SUS
#sus #profsaude #mapaconceitual #aprendizagemsignificativa
#atençãoprimária #aps #ufpb
Usando mapeamento conceitual, Flavia Cristina Nogueira Ribeiro
Teixeira, mestranda do #profsaude polo #ufpb, pós-graduação stricto sensu para
qualificação de trabalhadores e profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS), sintetiza seu aprendizado sobre educação na saúde.
Flávia partiu do conceito geral SUS e desenvolveu o mapa conceitual derivando
um conjunto de conceitos e proposições relacionadas à educação profissional na
saúde.
Desde que a Organização Mundial da Saúde afirmou a importância
de organizar a atenção primária à saúde (APS) em torno do conjunto de ações de
saúde individuais, familiares e coletivas, correspondendo aos cuidados
essenciais à saúde, baseados em tecnologias acessíveis, como o primeiro nível
de contato com o sistema nacional de saúde e o primeiro elemento de um processo
contínuo de atenção no Brasil. Os serviços da APS são cada vez mais o coração
dos cuidados de saúde integrados e centrados nas pessoas.
O SUS é o modelo de serviço para a cobertura universal de saúde, desenvolvida por meio de práticas de cuidado integrado e gestão qualificada, realizada com equipes multiprofissionais e dirigida à população em território definido, sobre as quais as equipes assumem responsabilidade sanitária. Essas equipes trabalham de forma interprofissional e os esforços para melhorar sua formação e qualificação precisam incluir a educação da força de trabalho: a educação na saúde.
4 de outubro de 2022
QUANDO OS HOMENS BONS SE OMITEM...
Uma frase conhecida de advertência contra a complacência foi
atribuída erroneamente ao filósofo e estadista irlandês do século XVIII, Edmund
Burke.
Burke disse algo parecido com a citação em seu “Thoughts on
the Cause of the Present Discontents” (1770): “Quando os homens maus se
combinam, os bons devem se associar; senão eles cairão, um por um, um
sacrifício impiedoso em uma luta desprezível”. Então a citação pode ter sido
uma paráfrase.
Pode ter sido essa a provável fonte da atribuição errônea ou
apócrifa na biografia intelectual de Burke.
Na melhor das hipóteses, a essência da citação pode ser
rastreada até o filósofo utilitarista John Stuart Mill, que fez um discurso
inaugural em 1867, mencionando que "os homens maus não precisam de nada
mais para alcançar seus objetivos que os homens bons não fizerem nada. Não é um
bom homem aquele que, sem protesto, permite que o mal seja cometido em seu nome
e com os meios que ele ajuda a fornecer”.
Pode-se resumir a ideia da citação em tela da seguinte maneira: Quando os homens bons se omitem, todos sofrerão.
#edmundburke
#johnstuartmill
1 de agosto de 2020
APRENDER NÃO É UM ATO FINDO: UM PREFÁCIO PARA O LIVRO DO DR. MAURUS
Sinto-me honrada pelo convite para prefaciar o novo e-book do Prof. Maurus Holanda, o melhor neurocirurgião da Paraíba. Compartilho, então, este Prefácio. Aprendi lendo o draft do livro “Guia do Exame Neurológico Objetivo” e pensei várias vezes que as dicas que contém a obra serão úteis para ensinar meus alunos de Semiologia Médica a aprenderem de forma mais simples algumas manobras e interpretações do que ensina o Dr. Maurus e seus colaboradores. Sei que os estudantes que tiverem esse livro serão ajudados a aprender sobre o exame neurológico de forma mais direta e prática. Coloco aqui uma frase de Paulo Freire que me ocorre agora que, como médica generalista, aprendi com informações simples de um expert em exame neurológico: "Aprender não é um ato findo. Aprender é um exercício constante de renovação".
PREFÁCIO
O exame neurológico é geralmente considerado
intimidante por muitos estudantes de medicina e médicos residentes em clínica
médica e cirúrgica, e até mesmo para médicos não neurologistas após a fase da residência.
É uma parte do exame físico que costuma parecer complexa e altamente especializada.
Contudo, como demonstram o Prof.
Maurus Marques de Almeida Holanda e coautores no “Guia do Exame Neurológico
Objetivo”, este exame pode ser simples e acessível. O objetivo deste livro é compartilhar
um guia prático para o aprendizado e a prática do exame neurológico, com
orientações concretas para promover o aprendizado de forma prática e direta.
A maioria dos estudantes de
medicina e médicos residentes não se tornará neurologista, mas precisa saber
realizar o exame neurológico. Especialmente aqueles que se dedicarão à atenção
primária à saúde, é necessário aprender como incorporar o exame neurológico ao
exame físico geral, pois geralmente prepondera a ideia de que aquele seja um
processo separado deste.
Ao realizar o exame neurológico,
como mostra o presente trabalho, é importante manter em mente o objetivo que
esta avaliação cumpre para cada paciente, sobretudo o propósito de determinar a
localização anatômica do comprometimento funcional que ele apresenta. Portanto,
neste livro, destaca-se claramente a importância dos princípios do raciocínio
clínico e do chamado método anátomo-clínico, em que o conhecimento de
neuroanatomia é a base para a interpretação do exame. Esta correlação essencial
é vista em cada tópico de revisão anatômica mostrada de maneira bem ilustrada
nos capítulos do livro.
Além disso, conceitos importantes
são destacados com exemplos práticos, incluindo os estudos de casos clínicos
curtos que vinculam a teoria à prática, assim como roteiros e orientações
sobre o registro das observações
colhidas no exame.
Por meio da leitura do presente
trabalho, percebe-se que a chave para realizar um exame neurológico eficiente é
a observação. Grande parte do exame é realizado simplesmente observando o
paciente: como ele fala, pensa, caminha, se move e simplesmente como interage
com o examinador. Um observador que se torna habilidoso na realização do exame
já pode pensar na localização de uma lesão com base em observações
aparentemente simples.
Este livro percorre todas as
etapas desse processo e visa ajudar o leitor a realizar cada uma delas, pelo
compartilhamento de conselhos de professores e neurologistas experientes, mas
contando também com a participação de seus alunos-monitores da disciplina de
Neurologia do curso de graduação em medicina, que imprimem sua visão experiencial
como estudantes à obra, contribuindo para a apresentação dos tópicos de uma
forma centrada no aprendente.
Tais tópicos, compondo cada capítulo, fornecem indicações práticas de como memorizar as conexões anatomoclínicas, como examinar e como observar anormalidades, na construção das hipóteses diagnósticas tanto do ponto de vista sindrômico, quanto topográfico e etiológico. O raciocínio clínico assim construído permite que investigações complementares oportunas sejam solicitadas com racionalidade e respeito à relação custo-benefício para o paciente, o médico e o sistema de saúde.
Rilva Lopes de Sousa Muñoz
Docente do Departamento de
Medicina Interna / Centro de Ciências Médicas / UFPB
25 de outubro de 2014
12 de julho de 2014
Por que Estudar Filosofia?
“A mente que se abre a uma nova ideia, jamais volta ao original”. (Albert Einstein) http://t.co/oTBetKJjte #GESME pic.twitter.com/DJIrlcieOG
— Profa.Rilva_in_TCC (@tcc_monografia) 12 julho 2014
via Publikador6 de maio de 2014
6 de setembro de 2013
O Interesse na Doença é Uma Expressão do Interesse na Vida
20 de agosto de 2013
Natureza Formadora da Docência, Segundo Paulo Freire
"A natureza formadora da docência, que não poderia reduzir-se a puro processo técnico e mecânico de transferir conhecimentos, enfatiza a exigência ético-democrática do respeito ao pensamento, aos gostos, aos receios, aos desejos, à curiosidade dos educandos. Respeito, contudo, que não pode eximir o educador, enquanto autoridade, de exercer o direito de ter o dever de estabelecer limites, de propor tarefas, de cobrar a execução das mesmas. Limites sem os quais as liberdades correm o risco de perder-se em licenciosidade, da mesma forma como, sem limites, a autoridade se extravia e vira autoritarismo."
1 de março de 2012
29 de fevereiro de 2012
2 de novembro de 2011
20 de agosto de 2011
15 de janeiro de 2011
7 de abril de 2009
Comunicar é partilhar sentido
11 de fevereiro de 2009
Quadro clínico: uma pintura impressionista
"O que se denomina 'quadro clínico' não é apenas a fotografia de um homem doente no leito; é uma pintura impressionista do paciente circundado por sua família, seu trabalho, suas relações, suas alegrias, seus pesares, suas esperanças e seus medos"













