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17 de fevereiro de 2014

II Fórum de Apoio à Pesquisa no CCM/UFPB

II FÓRUM DE APOIO À PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DO CCM/UFPB - Programação para o primeiro dia, 20/02/14, à tarde.

O Fórum de Apoio à Pesquisa e Pós-Graduação do Centro de Ciências Médicas (CCM) é um evento semestral, que está chegando a sua II edição. Sua função institucional consiste em conceber diretrizes, fomentar e dar apoio à pesquisa no Centro de Ciências Médicas da UFPB. O Fórum serve também como catalizador para a concretização do projeto de Pós-Graduação Stricto Sensu (PGSS) do CCM, a ser submetido dentro de quatro semestres à CAPES. O evento proporciona um diálogo amplo e interativo, interdepartamental na busca da definição consensual sobre:
a)Vocações científicas institucionais e prioridades para a pesquisa do CCM.
b)Planejamento estratégico para execução de ações internas de incentivo à pesquisa e pós-graduação.
c)Identificação e criação de ferramentas regimentais e instrumentos institucionais, humanos e físicos, que servirão ao projeto de PGSS.
O primeiro tópico (vocações institucionais) foi objeto do último fórum ocorrido em agosto de 2013 e concebeu como definição consensual duas áreas de concentração prioritárias:
1.Doenças crônicas não transmissíveis e envelhecimento
2.Avaliação de políticas de saúde
No II Fórum, ocorrerão palestras e oficinas que discorrerão sobre temas como: a) a situação atual da pesquisa no CCM; b) exigências da CAPES para PPG; c) sugestões de linhas de pesquisas de convergentes e de abrangência interdisciplinar; d) Interação com outros cursos de pós-graduação; e) Meios de fomento à pesquisa.
Para que os objetivos sejam alcançados, é muito importante que a comunidade acadêmica esteja engajada, participando e contribuindo efetivamente com as atividades aqui propostas. Assim, convocamos a todos, alunos, professores, técnicos e funcionários, que compareçam ao Fórum, enviem sugestões e informem-se das atividades propostas e diretrizes geradas. 

(Texto do Professor Severino Aires, Assessor de Pesquisa e Pós-Graduação do CCM/UFPB)

19 de fevereiro de 2013

Mesa Redonda sobre Ética em Pesquisa com Seres Humanos

Amanhã, dia 19/02/2013, haverá Mesa Redonda no Centro de Ciências Médicas (CCM) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) com  a temática "Ética na Pesquisa com Seres Humanos", abordando-se conceitos, procedimentos e orientações fundamentais.
Esta Mesa Redonda será promovida pela Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do Curso de Medicina da UFPB, e terá como participantes o Prof. Dr. Marconi José Pimentel Pequeno (Professor do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da UFPB), Profa. Dra. Eliane Marques Duarte de Sousa (Coordenadora do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro de Ciências da Saúde da UFPB) e a Profa. Dra. Iaponira Cortez Costa de Oliveira (Coordenadora do Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital Universitário Lauro Wanderley, UFPB).
O evento será realizado no auditório do CCM da UFPB, às 9h30.

Fotos 19/02/13


22 de outubro de 2012

Seleção 2012 para Monitoria Acadêmica de Semiologia Médica da UFPB

SELEÇÃO 2012 PARA MONITORIA DE SEMIOLOGIA MÉDICA / DMI / CCM / UFPB

1- Prova de Seleção
- Prova: Escrita, múltipla escolha, 20 quesitos.
- Data: Dia 05/11/2012.
- Horário: 8h00-10h00.
- Local: Sala Multimídia do quinto andar do Hospital Universitário Lauro Wanderley.
-  Inscrições: Entre 25/10/12 e 01/11/12, no Departamento de Medicina Interna / HULW.

2- Pontuação 
- A nota final dos candidatos será calculada de acordo com a Resolução 02/1996 (Programa de Monitoria para os Cursos de Graduação da UFPB): média ponderada (M) entre a nota obtida na prova escrita (N1), a nota obtida na disciplina (N2) e o Coeficiente de Rendimento Escolar (C), com pesos 3, 2 e 1 respectivamente, calculada conforme a seguinte expressão: M = 3N1 + 2N2 + C / 6.
- O candidato que não obtiver nota N1 igual ou superior a 7,0 (sete) na prova escrita será eliminado.

3- Conteúdo Programático para a Prova 
01. Bases para o Desenvolvimento do Raciocínio Clínico
02. Anamnese
03. Exame Físico Geral (Ectoscopia)
04. Semiologia do Sistema Tegumentar
05. Exame de Cabeça e Pescoço
06. Sintomas e Sinais Relacionados ao Sistema Respiratório
07. Exame Físico do Sistema Respiratório
08. Síndromes Respiratórias
09. Sintomas e Sinais Relacionados ao Sistema Cardiovascular
10. Exame Físico do Sistema Cardiovascular
11. Síndromes Cardiovasculares
12. Sintomas e Sinais Relacionados ao Sistema Digestório
13. Exame Físico do Abdome
14. Síndromes Digestórias 
15. Sintomas e Sinais Relacionados ao Sistema Urinário
16. Exame Físico do Sistema Urinário
17. Síndromes Urinárias
18. Relação com o Paciente

4- Vagas: Há uma vaga para monitor bolsista vinculado ao Programa de Monitoria da Pro-Reitoria de Graduação (PRG) da UFPB. Há quatro vagas para colaborador da monitoria com direito a declaração de participação pelo Grupo de Estudos em Semiologia Médica (GESME), sem vínculo departamental nem  com a PRG, ao final da vigência de dois semestres letivos (2012.2 e 2013.1).

5- Bibliografia Recomendada
1- BICKLEY, L. S, HOEKELMAN R. A. Bates: Propedêutica Médica. 8ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
2- GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. São Paulo: Elsevier, 2006.
3- GONZALEZ, R. F.; BRANCO, R. A. Relação com o Paciente: Teoria, Ensino e Prática. Rio de Janeiro: Guanabara  Koogan, 2003.
4- KLOETZEL, K. Raciocínio clínico. São Paulo: Edart, 1977.
5- LÓPEZ, M.; LAURENTYS-MEDEIROS, J. Semiologia Médica: As Bases do Diagnóstico Clínico. 5a. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2004.
6- SEIDEL, H. M.  et al. MOSBY Guia de Exame Físico. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
7- PORTO, C. C.; PORTO, A. L. Semiologia Médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2009.
8- RAMOS JÚNIOR, J. Semiotécnica da Observação Clínica: Fisiopatologia dos sinais e sintomas. Rio de Janeiro: Sarvier, 1986.
9- PORTH, C. M. Fisiopatologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
10- SURÓS, J. Semiologia Médica e Técnica Exploratória. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1981.
11- SWARTZ, M. H. Tratado de Semiologia Médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
12- SOUSA-MUÑOZ, R. L. (Org.). Iniciação ao Exame Clínico: Guia para o Estudante de Medicina. João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2010.

- Estes informes também estão disponíveis no Departamento de Medicina Interna da UFPB.

João Pessoa,  22 de outubro de 2012.

Profa. Rilva Sousa-Muñoz
Prof. José Luiz Simões Maroja

- Modificado em 24/10/12, às 9h45: Acrescentou-se período de inscrição e modificou-se o item 4 (vagas).

Observação Complementar sobre as Vagas do GESME [postado em 31/10/12, 20h54]
Os alunos de Semiologia Médica da UFPB que estão atualmente concluindo o quarto período poderão fazer a prova de seleção apenas com vistas à ocupação das  quatro vagas do GESME. Havendo interessados nesta situação, estes deverão levar os documentos de que dispõem no dia da prova escrita e, antes de fazê-la, assinarão declaração de que estão cientes de que não concorrem à vaga concedida pela PRG/UFPB.
Os alunos do final do quarto período devem se inscrever por e-mail (rilvalopes@hotmail.com) até o dia 01 de novembro (amanhã) às 17h00, manifestando a intenção de fazer a prova nas condições acima sublinhadas e comprometendo-se a levar a documentação necessária no dia da prova (exceto histórico atualizado).
A seleção para as quatro vagas do GESME também incluirá os alunos inscritos para concorrer à vaga da PRG, obedecendo-se à classificação pela pontuação estabelecida na Resolução 02/1996 (Programa de Monitoria para os Cursos de Graduação da UFPB) citada anteriormente. As mesmas normas vigentes para a seleção da PRG vigorarão para a seleção do GESME.

4 de outubro de 2012

Necessidade de Cuidados Paliativos em Enfermarias de Clínica Médica

Na reunião de ontem do Grupo de Estudos em Semiologia Médica (GESME), foi apresentado e discutido projeto de pesquisa sobre a necessidade de cuidados paliativos em enfermarias de Clínica Médica do Hospital Universitário Lauro Wanderley.
Trata-se de uma temática ainda pouco pesquisada na área médica. A Medicina Paliativa só foi considerada uma nova área de atuação médica, ou uma nova especialidade, pela Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) 1973/2011 em agosto do ano passado. A referida Resolução do CFM associa a área de medicina paliativa às especialidades de clínica médica, oncologia, geriatria, medicina de família e comunidade, pediatria e anestesiologia.
A assistência hospitalar desempenha um papel importante no final da vida, mas pouco se sabe sobre a magnitude e as características da população que necessita de internamento paliativo em hospitais gerais. Cuidados Paliativos são prestados a pacientes com doenças irreversíveis quando se reconhece que eles se encontram fora de possibilidades terapêuticas de cura, sendo o enfoque posto no controle dos sintomas e melhora da qualidade de vida (MONTEIRO, 2009).
A despeito da relevância dessa área, a prática dos Cuidados Paliativos é uma modalidade de assistência ainda pouco difundida. No Brasil, ainda são poucos os serviços de Cuidados Paliativos. No país, a filosofia dos Cuidados Paliativos sempre foi exercida de forma assistemática. Como atualmente o número de pessoas com doenças crônico-evolutivas é cada vez maior, sobretudo idosos com doença em fase avançada, torna-se crucial a preparação de profissionais e serviços de saúde para essa realidade, além da realização de estudos de pesquisa enfocando tal problema.
Um número significativo de médicos relata dificuldades no controle da dor e de outros sintomas no atendimento aos doentes terminais, assim como em lidar com os parentes no seu sofrimento emocional e necessidades psicossociais. Relatam-se muitos problemas com o controle dos sintomas e da comunicação nesses ambientes e com o treinamento inadequado de estudantes de Medicina e médicos em Cuidados Paliativos.
Em um estudo em que foram observados pacientes ditos terminais, verificou-se que eles receberam atenção insuficiente, tanto por parte dos médicos, quanto da enfermagem (MILLS et al., 1994). Neste estudo, demonstrou-se que os sintomas físicos dos pacientes terminais estavam inadequadamente controlados, e cuidados básicos de enfermagem foram muitas vezes omitidos. Outro estudo mostra que as pessoas que morrem no hospital muitas vezes têm dor, dispnéia, agitação e outros sintomas que são difíceis de controlar, e que, embora o paciente desejasse cuidados de conforto, muitos continuaram em tratamentos agressivos até a morte (HOMSI et al., 2002).
O principal problema de pesquisa deste estudo é: a frequência em que pacientes internados em enfermarias de clínica médica geral do Hospital Universitário Lauro Wanderley necessitando de cuidados paliativos é alta? O problema de pesquisa secundário é: o resultado obtido pelo paciente com a assistência recebida no serviço em relação ao controle da dor e desconforto é insuficiente? O objetivo geral deste estudo é identificar a prevalência de necessidade de Cuidados Paliativos e verificar como estes são organizados nas enfermarias de Clínica Médica do Hospital Universitário Lauro Wanderley, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa, Paraíba, Brasil.
A população será constituída por todos os pacientes atendidos nas enfermarias de Clínica Médica do Hospital Universitário Lauro Wanderley no período de agosto de 2012 a junho de 2013. O delineamento do estudo será de natureza quantitativa e seguirá um modelo observacional e longitudinal.
A amostragem será não probabilística por conveniência com recrutamento consecutivo de pacientes hospitalizados no referido serviço. O tamanho da amostra será de 250 pacientes, com base no trabalho de Astradsson et al. (2001). Serão realizadas entrevistas diretas estruturadas mediante aplicação de instrumentos padronizados. Os pacientes serão entrevistados à beira-do-leito. Também serão analisados os prontuários médicos e as prescrições.
Os pacientes que preencherem a definição de pacientes com necessidade de cuidados paliativos, de acordo com os critérios da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (2009), serão avaliados com a Escala de Avaliação de Sintomas de Edmonton e o instrumento de avaliação de cuidados paliativos. As informações sobre características sócio-demográficas, diagnóstico e plano de cuidados serão registradas e analisadas.
Já foi realizado um pré-teste pelas pesquisadoras, membros do GESME, e discutidos os ajustes necessários no protocolo da investigação, para serem implementados na coleta de dados que começará ainda esta semana. O levantamento dos dados será executado por duas estudantes do sétimo período de Medicina da Universidade Federal da Paraíba, previamente treinadas. 
A variável primária é a necessidade de cuidados paliativos, avaliada por meio dos critérios da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (2009). As variáveis secundárias serão o escore da Escala de Avaliação de Sintomas de Edmonton, a Escala de Desempenho em Cuidados Paliativos e o instrumento de avaliação de cuidados paliativos elaborado pelos autores. 
Na estatística descritiva serão determinadas as frequências relativas e absolutas das variáveis qualitativas, assim como médias e desvios-padrão das variáveis quantitativas. Na estatística inferencial serão empregados os testes de Qui-quadrado para as variáveis dicotômicas e os testes de Mann-Whitney e Kruskall-Wallis para variáveis contínuas. Será estimado o índice de correlação linear de Spearman para avaliar a associação entre os escores das escalas.
Referências
ACADEMIA NACIONAL DE CUIDADOS PALIATIVOS. Manual de cuidados paliativos. Rio de Janeiro: Diagraphic, 2009.
ASTRADSSON, E.; GRANATH, L.;  HEEDMAN, P. A. Cancer patients hospitalised for palliative reasons. Symptoms and needs presented at a university hospital. Supportive Care in Cancer, 9 (2):97-102, 2001.
HOMSI, J.; WALSH, D.; NELSON, K. A.  et al. The impact of a palliative medicine consultation service in medical oncology.Suport Care Cancer,  10 (4): 337-42, 2002.
MILLS, M.; DAVIES, H., MACRAE, W. Care of dying patients in hospital. BMJ 309: 583-6, 1994.
MONTEIRO, D. R.; KRUSE, M. H. L.; ALMEIDA, M. A. Avaliação do instrumento Edmonton Symptom Assessment System em cuidados paliativos: revisão integrativa. Rev. Gaúcha Enferm. 31 (4): 785-793, 2010. 

20 de setembro de 2012

4 de agosto de 2012

O Papel da Pesquisa na Formação Médica: Mesa Redonda do VI CPEM

No VI Congresso Paraibano dos Estudantes de Medicina (VI CPEM), que ocorrerá no Campus I da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa-PB, está programada Mesa Redonda sobre Ensino Médico no dia 17/08/2012, com a participação especial do Professor Dr. Celmo Celeno Porto, eminente personalidade na Educação Médica brasileira. Participam também desta Mesa Redonda sobre Ensino, as Professoras Dra. Emília Pessoa Perez, Coordenadora do Curso de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, e Dra. Rilva Lopes de Sousa-Muñoz, professora do Curso de Medicina da UFPB.
A temática da Mesa Redonda será o papel da pesquisa na formação médica.
Uma das questões norteadoras para a discussão será a seguinte reflexão: na condição de professores de Medicina, como vamos formar bons profissionais, comprometidos com o olhar aguçado da realidade, se não construímos um espaço favorável para que isso ocorra?...
Participem! 
17/08/2012
19:00 - 21:30
Mesa Redonda ENSINO:
Convidados: 
Dra. Rilva Muñoz, 
Dr. Celmo Porto
e Dra. Emília Perez

27 de julho de 2012

VI Congresso Paraibano dos Estudantes de Medicina

O VI Congresso Paraibano dos Estudantes de Medicina (VI CPEM) ocorrerá na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) nos dias 16, 17, 18 e 19 de agosto de 2012, com o objetivo de despertar o interesse da comunidade acadêmica para a produção de conhecimento científico nas mais diversas áreas da Medicina e discutir os avanços, impasses e perspectivas da saúde brasileira e da educação médica - http://www.ccm.ufpb.br/cpem2012/

Com o tema "A Produção Científica na Medicina e seu Papel na Sociedade", este evento tem como objetivo oferecer oportunidade de debate e reflexão sobre a pesquisa cientíca, estimular a produção do conteúdo acadêmico e despertar a vocação para o campo da pesquisa  ainda na universidade, onde o estudante está em formação. Este evento também tem por objetivo promover a interação entre os estudantes do curso de graduação em Medicina da UFPB e de outras escolas da região, do 1º ao 6º ano, inter-relacionando ensino, pesquisa e extensão universitária.
A pesquisa na graduação é uma atividade motivadora e muito enriquecedora, e que torna a formação mais abrangente e dota os graduandos de maior capacidade de observação e análise, além de propiciar o desenvolvimento de sua competência criativa e inquiridora.
Considerando que a apresentação de trabalhos em congressos é uma parte importante no processo de intercâmbio de informações científicas, mas não é suficiente, os resumos de todos os temas livres apresentados no VI CPEM estão publicados neste suplemento da Revista Brasileira de Ciências da Saúde, possibilitando que esses trabalhos tornem-se mais amplamente conhecidos, ao passar a fazer parte do acervo de bibliotecas e acessados pela Internet. 
Pretende-se que cada trabalho divulgado no VI CPEM tenha uma finalidade maior além do conhecimento: a oportunidade de troca de experiências, que estimulará cada estudante a se tornar mais que um profissional competente, um profissional sensível que saberá converter os números que fazem as estatísticas em evidências científicas, que poderão repercutir na sua formação como um profissional humano e sensível, aquele que será visto pelos seus pacientes futuramente.

Imagem: Comissão Organizadora do VI CPEM. Arte: Leonardo Sales. 

11 de março de 2012

Cronograma do GESME no Período 2012.1

MS: Monitoria de Semiologia; VPG: Voluntários em Pesquisa do GESME; PIBIC: Programa de Bolsas de Iniciação Científica; PIVIC: Programa de Voluntários de Iniciação Científica. Subgrupo ALLA: Amanda, Lunna, Liana e Aline. Subgrupo JAPA: Josué, Anne, Priscila e Artur. TCC: Trabalho de Conclusão de Curso. C: Coordenação.

Dia: Quarta; Horário: 12h00-13h30. Local: Sala 1 ou Multimídia do 5o. andar do Hospital Universitário Lauro Wanderley.

As reuniões são abertas a todos os estudantes de Medicina da UFPB, mesmo não participantes do grupo de estudos.

28 de agosto de 2011

Cronograma dos Seminários de MCO3 para 2011.2

Cronograma dos Seminários de MCO3 para Apresentação de Projetos de Pesquisa em 2011.2
SEMINÁRIO 1: 09/11/11
1. Rafaela Marçal
2. Rovany Couto
3. Carlos Thiago
4. Jonathas Abimael
5. Ricardo  Coimbra
6. Wellington Martins
7. Lucas Nascimento
8. Luciano Gomes
9. Felipe Caio
10. Isabel Sepúlveda
SEMINÁRIO 2: 16/11/11
1. Roberta Ismael
2. Milson Gomes
3. Marcos Martins
4. Maria Yvone
5. Renata Vieira
6. Pedro Thiago
7. Natalia Maia
8. Luan Martins
9. Arimatéia Rodrigues
SEMINÁRIO 3: 23/11/11
1. Laíse Monteiro
2. Alex Tiburtino
3. Tâmara Lobato
4. Marcella Figueirêdo
5. José Bezerra
6. Felipe Serrano
7. Marcus Jussier
8. Adalberto Vieira
9. Fernando Crisanto
10. Maria Edilma
SEMINÁRIO 4: 30/11/11
1. Alyane Barros
2. Camilla Correia
3. Daniella Valença
4. Larissa do Vale
5. Mariani Herculano
6. Rebeca Bezerra
7. Priscila Jaruzo
8. Alexandre Augusto
SEMINÁRIO 5: 30/11/11
1. Agláia Moreira
2. André Augusto
3. Angélica Lira
4. Artur Cavalcanti
5. Cícero Faustino
6. Fabiana Flávia
7. Gustavo Nunes
8. Janaíra Godeia
9. Laís Araújo
10. Thereza Cavalcanti

15 de agosto de 2011

Seminários de MHB3 em 2011.2

05/09/11 - Seminário 1 - As Grandes Pestes: Luã Guerra, Samuel Sá, Igor Maia, Rodrigo Felix, Emídio Araújo e Tiago Farias

12/09/11 - Seminário 2 - Teoria Miasmática das Doenças: Renata Guedes, Pollyana Clara, Gabriela Albuquerque, Gilvandra Oliveira, Carolina Campos e Juliana Delgado 

19/09/11 - Seminário 3 - Teoria Microbiana das Doenças: Allan Queiroz, Glauce Gabriela, Gilson Neto, Henrique de Almeida e Gustavo Ramalho 

26/09/11 - Seminário 4 - História da Medicina no Brasil: Vanessa Campos, Marianna Gomes, Nicholas de Ávila, Ana Luisa Bonfim, Renan Cardoso e Roberta Araújo 

03/10/11 - Seminário 5 - História da Medicina no Século XX: Renan Figueiredo, Matheus Dantas, Maurício Queiroz, Felipe Neves, Stéfano Ramos e Germano Glauber 

24/10/11 - Seminário 6 - História da Cirurgia: Ivana Aguiar, Jader Pinheiro, Diego Almeida, Dened Myller, José Ítalo e Mateus Leite 

31/10/11 - Seminário 7 - História da Psiquiatria: Alana Martins, Jessyca Alves, Priscylla Batista, Noilda Rocha, Ivna Soares e Camila de Sousa,  

07/11/11 Seminário 8 – História da Medicina na Paraíba: Roberta Carneiro, Mayara Telino, Lojoama Gurgel, Luiz Vieira, Renata Medeiros e Luanna Batista 

14/11/11 Seminário 9 - História da Oncologia: Ana Carolina Borges, Ana Elisa Vieira, Daniel Idelfonso, Edilza Câmara, Joana Cariri e Nicole de Castro

28/11/11 Seminário 10 - História da Bioética: Graziela Batista, Renan Lima, Ranulfo Bezerra, Jersica Amorim, Emerson Serafim e Mateus Vinícius 

Imagem: Edward Jenner testando a vacina contra a varíola em 1796. 

9 de agosto de 2011

Programação de MCO3 para 2011.2

MCO3 - Módulo Complementar Obrigatório 3: Elaboração do Trabalho Científico e TCC / UFPB; TCC: Trabalho de Conclusão de Curso

Modificação do Cronograma em 28/08/11 após a paralisação ocorrida em 24/08/11


21 de setembro de 2009

Seminário "Síndromes Respiratórias"


Moderação:
Profa. Rilva Sousa-Muñoz - 09/10/09 – Turma 2 (Manhã)
Profa. Isabel Barroso Augusto Silva - 15/10/09 – Turma 1 (Tarde)


1- Apresentação do seminário: Todos estudarão o conteúdo completo programado para o seminário. Neste, cada aluno será convidado a comentar três dos aspectos listados abaixo* em relação a uma das síndromes respiratórias do item 2 do presente roteiro (exceto sub-item 2.12, em que se abordarão apenas mecanismos fisiopatológicos e causas).
* Aspectos a serem explanados de cada síndrome: a) Definição; b) Causas; c) Sintomas; d) Fisiopatologia da síndrome e dos sintomas; e) Anormalidades do exame físico geral (se houver sinais característicos); f) Anormalidades do exame do tórax (considerando as etapas de inspeção, palpação, percussão e ausculta).

2- Roteiro das síndromes respiratórias para o seminário:
2.1- Síndrome de consolidação pulmonar;
2.2- Síndrome de atelectasia;
2.3- Síndrome pulmonar cavitária;
2.4- Síndromes de supuração broncopulmonar (bronquiectasia e abscesso pulmonar);
2.5- Síndromes de obstrução de via aérea superior;
2.6- Síndrome de obstrução brônquica difusa (asmática);
2.7- Síndrome de limitação crônica ao fluxo aéreo: DPOC tipo A (PP), tipo B (BB), complexo bronquite-enfisema.
2.8- Síndrome de comprometimento intersticial difuso (fibroses pulmonares);
2.9- Síndromes pleurais: inflamatória (pleuris seco) e paquipleuris
2.10- Síndrome de derrame pleural;
2.11- Síndrome de pneumotórax;
2.12- Insuficiência respiratória (mecanismos fisiopatológicos e causas).

3- Avaliação: O conteúdo da avaliação a ser aplicada ao final do seminário será toda a matéria discutida neste.

4- Sugestões bibliográficas:
(a) Livros de Semiologia Médica:
4.1- LOPEZ, M.; LAURENTIS, J. Semiologia Médica: As bases do diagnóstico clínico. Rio de Janeiro: Revinter, 2004.
4.2- RAMOS JÚNIOR, J. Semiotécnica da Observação Clínica: Fisiopatologia dos sinais e sintomas. Rio de Janeiro: Ed. Sarvier, 1986, 7a. Ed.
4.3- BICKLEY, L. S, HOEKELMAN RA. Bates: Propedêutica médica. 8a. Ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2005.
4.4- PORTO, C. C. Exame Clínico: Bases para a prática médica. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2008, 6a. Ed. [“Portinho”]
4.5- SEIDEL, H. M. Mosby: Guia de Exame Físico. 6ª Ed. São Paulo: Elsevier, 2007.
(b) Bibliografia complementar:
4.6- GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. São Paulo: Elsevier, 2006.
4.7- SILVEIRA, I. C. O Pulmão na Prática Médica. Rio de Janeiro: Ed. Publicações Médicas, 1983.


Fonte da imagem: www.3bscientific.es/posters