Apresentação de Slides
18 de março de 2013
6 de março de 2013
Exame Físico do Abdome: Inspeção, Palpação e Percussão
Vídeo 1: Inspeção do Abdome
[...] *
Vídeo 2: Ausculta do Abdome
Vídeo 3: Palpação do Abdome
Vídeo 4: Percussão do Abdome
Vídeo 5: Manobras Semiotécnicas Especiais do Abdome
Série de vídeos sobre exame físico realizada na Monitoria da Disciplina de Semiologia Médica da UFPB / GESME (quinta produção, depois dos vídeos sobre exames do tórax respiratório [2] e cardiovascular [2]), que se encontram no marcador "Semio-Vídeos" deste Blog.
* Não foi possível fazer upload do vídeo sobre ausculta.
Série de vídeos sobre exame físico realizada na Monitoria da Disciplina de Semiologia Médica da UFPB / GESME (quinta produção, depois dos vídeos sobre exames do tórax respiratório [2] e cardiovascular [2]), que se encontram no marcador "Semio-Vídeos" deste Blog.
* Não foi possível fazer upload do vídeo sobre ausculta.
5 de março de 2013
Sinal de Rovsing
Descrito por um cirurgião
dinamarquês, Niels Thorkild Rovsing, em 1907, o sinal de Rovsing sugere a hipótese de
inflamação peritoneal por apendicite aguda em um paciente com sintomatologia
compatível com o quadro. Este sinal é revelado clinicamente por dor na fossa
ilíaca direita à compressão retrógrada dos gases a partir da fossa ilíaca
esquerda, comprimindo-se consecutivamente flanco esquerdo, projeção de cólon
transverso e flanco direito. Tal
manobra produz a distensão do ceco e do apêndice, empurrando os gases do cólon
esquerdo no sentido anti-peristáltico até o ceco.
Também chamado de
“sensibilidade de rebote referida”, quando
presente, é bastante útil no apoio ao diagnóstico de apendicite.
Era considerado um sinal de
pequena sensibilidade e especificidade, porém mais recentemente, uma pesquisa
indicou uma sensibilidade de 30,1% e especificidade de 84,4% (KHARBANDA et al.,
2005), mas não se sabe se este sinal pesquisado foi o sinal original, tal como
descrito por Rovsing, e talvez deva ser melhor considerado como um sinal
Rovsing-like, ou seja, um
sinal de Rovsing modificado.
Referência
KHARBANDA AB, TAYLOR GA, FISHMAN SJ, BACHUR RG. A clinical decision rule
to identify children at low risk for appendicitis. Pediatrics 116(3):709-16, 2005.
Imagens:
Fotos da Disciplina de Semiologia Médica da UFPB.
Última foto: Extraída de DAVEY, W. W. Rovsing's Sign. Br Med J. 2(4983):
28–30, 1956.
Compostos Fitoterápicos com Ação Hormonal
Na anamnese, é preciso questionar sempre o uso de todos os medicamentos
que o paciente está recebendo, não apenas os fármacos de síntese, mas
também os elaborados à base de plantas.
Toma algum medicamento de uso contínuo? Usa algum de maneira esporádica?
E os remédios de plantas?...
Os usuários
de medicamentos fitoterápicos são geralmente adultos ou idosos que utilizam
outros fármacos como tratamento principal de doenças crônicas e, creem que a
fitoterapia é uma alternativa terapêutica sem risco de efeitos adversos e de
interações medicamentosas. Os médicos geralmente também omitem a pesquisa de
uso de fitoterápicos na anamnese também acreditando que estes são inócuos.
Entretanto, os medicamentos fitoterápicos são constituídos por misturas
complexas de vários compostos químicos, que podem ser responsáveis por diversas
ações, como efeitos antagônicos e/ou sinérgicos com outros medicamentos. Muitos
dos fitoterápicos também têm ação hormonal.
Apresentação de Slides
27 de fevereiro de 2013
26 de fevereiro de 2013
23 de fevereiro de 2013
Síndromes Paraneoplásicas
Por
Artur Bastos Rocha
Estudante
de Graduação em Medicina da UFPB
Resumo
Síndromes paraneoplásicas correspondem
a um conjunto de sinais e sintomas presente no paciente oncológico e referentes
ao acometimento de um determinado sistema que está distante do sítio neoplásico
original e não decorrente de invasão tumoral, metástase ou efeito de massa. Os
sistemas mais prevalentemente acometidos são o hematológico, dermatológico,
neurológico, endócrino-metabólico e osteomuscular. As manifestações possuem
magnitude variável. Embora o diagnóstico
muitas vezes seja de exclusão, uma melhor compreensão da patogênese envolvida
em algumas dessas síndromes proporciona maior possibilidade de reconhecer tais
transtornos. É importante pensar nesta possibilidade diagnóstica porque esta
suspeição pode levar ao diagnóstico de uma neoplasia maligna subjacente previamente
não detectada, e que pode dominar o quadro clínico, assim como por se tratar de
um quadro que pode seguir o curso clínico do tumor subjacente e, portanto, ser
útil para monitorar a sua evolução.
Palavras-Chave: Síndrome Paraneoplásica. Imunidade Cruzada.
Câncer.
As síndromes paraneoplásicas, ou
síndromes humorais associadas com neoplasias, são um conjunto
de sinais e sintomas que antecedem ou ocorrem simultaneamente à
presença de uma neoplasia maligna no organismo, mas não diretamente relacionado
ao câncer , ou seja, não decorrente de invasão neoplásica, obstrução, efeito de
massa ou efeitos metastáticos do tumor. As síndromes paraneoplásicas mais
prevalentes são as de natureza musculoesquelética, tegumentar,
endócrino-metabólica, nervosa e hematológica (MASON, 2005).
São manifestações extremamente complexas, podendo envolver vários
sistemas. Às vezes, síndromes paraneoplásicas podem ser mais graves até que
as consequências do tumor primário (FORGA et al., 2005).
A fisiopatologia precisa da maioria das
síndromes paraneoplásicas é desconhecida. Porém, o entendimento da
etiopatogenia destas síndromes tem aumentado nos últimos anos. Sabe-se que são
causadas pela secreção tumoral de substâncias
que podem alterar a função hormonal e imunológica, além de gerar reatividade
cruzada entre os tecidos malignos e os normais. Acredita-se também que as
síndromes paraneoplásicas podem ser decorrentes de mutações responsáveis pelo tumor primário.
As neoplasias mais comumente associadas
incluem o câncer de pulmão de pequenas células, câncer de mama, tumores
ginecológicos e neoplasias hematológicas. Em alguns casos, o diagnóstico
precoce destas condições pode conduzir a detecção de um tumor clinicamente
oculto de outra forma, numa fase precoce e tratável (PELOSOF; GERBER, 2010).
Embora o diagnóstico de paraneoplasia muitas
vezes seja de exclusão, uma melhor compreensão da patogênese envolvida em
algumas dessas síndromes proporciona maior possibilidade de reconhecer tais transtornos.
Além disso, é importante reconhecer uma síndrome paraneoplásica por vários
motivos, entre os quais três devem ser destacados: (1) Pode levar ao
diagnóstico de uma neoplasia maligna ou benigna subjacente previamente não
detectada; (2) Pode dominar o quadro clínico e assim levar a erros
no que diz respeito à origem e tipo de tumor primária; e (3) Pode seguir o
curso clínico do tumor subjacente e, portanto, ser útil para monitorar a sua
evolução (FORGA et al., 2005).
Já os tumores que derivam das células
sintetizadoras de imunoglobulinas, como os linfomas, estão mais comumente
envolvidos em lesões de sistema nervoso periférico do que em outro tipo
neoplásico.
Síndromes paraneoplásicas associados
com o câncer de pulmão de células pequenas incluem anormalidades
endocrinológicas secundárias à produção hormonal polipeptídica, e sequelas
neurológicas devido à produção de auto-anticorpos.
A principais síndromes paraneoplásicas
endócrinas são hipercalcemia maligna, hiponatremia (secreção inapropriada do
hormônio antidiurético), síndrome de Cushing ectópica, acromegalia ectópica,
hipoglicemia devido a tumores diferentes daqueles das células das ilhotas de
Langerhans e ginecomastia paraneoplásica.
A hipercalcemia tem como responsáveis
três mecanismos básicos: secreção de fatores
humorais que alteram a homeostase do cálcio pela ação em órgãos-alvo (osso,
rins e intestinos), fatores locais produzidos pelos tumores metastáticos ou
hematológicos no osso, estimulando diretamente os osteoclastos, e um possível
hiperparatireoidismo primário associado (MARTIN et al., 1999). É importante
ressaltar que a proteína relacionada ao hormônio da paratireóide (PTHrP) é o
fator humoral mais importante na fisiopatologia da hipercalcemia da
malignidade. A história de início agudo, com sinais sugestivos de neoplasias
como perda de peso e queda do estado geral, são mais sugestivos de
hipercalcemia malgina do que primária, de modo que a história clínica, anamnese
e exame físico podem ser elucidativos. O PTHrP é o fator humoral
mais importante na fisiopatologia das síndromes paraneoplásicas, pois ele
possui estrutura química semelhante ao PTH, ligando-se ao receptor deste último
e desempenhando função análoga. Esse fator humoral está mais presente nos
tumores sólidos do adenocarcinoma pulmonar, seguido do câncer de mama e câncer
renal (MARTIN et al., 1999).
As neoplasias malignas também estão
associadas com uma ampla variedade de síndromes paraneoplásicas reumatológicas.
Entre estas, a osteoartropatia hipertrófica, a dermatomiosite / polimiosite e a
vasculite paraneoplásica são as mais frequentemente reconhecidos. Outras
associações menos conhecidas baseiam-se em um menor número de pacientes, e
incluem a fascite, paniculite, eritema nodoso, síndrome de Raynaud, gangrena
digital, eritromelalgia e síndromes lupus-like. Manifestações
musculoesqueléticas de malignidade podem coincidir, seguir ou mesmo antecipar o
diagnóstico de câncer, ou ainda anunciar sua recidiva. O curso clínico
geralmente paralelo ao do tumor primário, e ao tratamento da doença subjacente,
muitas vezes resulta na regressão da doença reumatológica (FAM, 2000).
A osteoartropatia hipertrófica
caracteriza-se histologicamente por hiperplasia vascular, edema e excessiva
proliferação osteoblástica e fibroblástica. Percebe-se, ao exame clínico das
unhas, a presença de unhas em vidro de relógio e baqueteamento digital, onde se
evidencia a proliferação de tecido conjuntivo no leito ungueal, com vasos
sanguíneos ectasiados e de paredes espessas (CARVALHO et al.,
2007). O exame físico neste paciente torna-se indispensável e
fundamental para levantar a hipótese desse diagnóstico. A maior parte dos
quadros de osteoartropatia hipertrófica é decorrente de neoplasias
intratorácicas, sobretudo o adenocarcinoma pulmonar e, em segundo lugar, o
carcinoma de células escamosas (Op. Cit).
Manifestações reumatológicas sugerindo
um câncer oculto incluem: rápido início de uma artrite inflamatória incomum
,dores ósseas difusas em um paciente de 50 anos de idade ou mais, vasculite
crônica inexplicável, fasciite refratária, síndrome de Raynaud que não responde
à terapia vasodilatadora, gangrena digital rapidamente progressiva ou síndrome
miastênica Lambert-Eaton.
As síndromes paraneoplásicas
neurológicas têm apresentação variada, sendo algumas mais
frequentes, como a degeneração cerebelar subaguda, opsoclonia-mioclonia,
encefalite límbica e suas variantes, e a síndrome miastênica de Eaton-Lambert,
geralmente associado nos pacientes com carcinoma de pequenas células
pulmonares, agravando o quadro de insuficiência respiratória e necessitando de
suporte ventilatório mecânico até regressão do quadro. A hipótese mais aceita é
a de que muitas destas síndromes são imunomediadas (BARDY et al,
2000).
O diagnóstico correto dessas síndromes
paraneoplásicas depende da suspeição por parte do médico, além do conhecimento
de suas manifestações clínicas dos tumores associados a essas síndromes e na
pesquisa de autoanticorpos neuronais.
As síndromes paraneoplásicas cutâneas também
podem ser observadas antes ou no momento do diagnóstico da neoplasia de base,
ou, raramente, mais tarde, e caracteristicamente possuem uma evolução paralela
à do tumor. Para se considerar uma dermatose como sendo de etiologia
paraneoplásica é necessária a presença de dois critérios: a dermatose pode
aparecer previamente, concomitantemente ou após o desenvolvimento do tumor; e
uma vez realizado a exérese da lesão tumoral ocorre involução da dermatose, de
modo que o reaparecimento da lesão indica recidiva (COHEN et al., 1989).
A alteração
paraneoplásica de pele mais prevalente é a acantose nigricans maligna, que diferentemente da
benigna, que está associada a alterações metabólicas, como resistência
periférica à insulina, tende a se manifestar em áreas de articulação como a
pele da região occipitocervical. Outra dermatose paraneoplásica prevalente é o
paquidermatóglifo, uma forma distinta de ceratodermia
caracterizada pela acentuação do padrão normal dos dermatóglifos da superfície
palmar das mãos e dedos. A extrema acentuação das cristas e sulcos desse quadro
dão a aparência rugosa e estas alterações são proeminentes nas áreas de
pressão, incluindo eminências tenar e hipotenar e ponta dos dedos (BRINCA et
al., 2011). As palmas são espessadas e têm uma textura musgosa, ocasionalmente
as linhas dos dermatóglifos são obliteradas e são descritas como semelhantes a
favo de mel (COHEN et al, 1989). O sítio primário neoplásico mais comumente
associado a dermatoses paraneoplásicas é o adenocarcinoma gástrico, seguido
pelo adenocarcinoma pulmonar (BRINCA et al., 2011).
Quanto às alterações paraneoplásicas
hematológicas, predominam os tipos de neutropenia febril, as discrasias
sanguíneas e a síndrome da lise tumoral. A neutropenia febril ocorre devido à
redução na leucopoiese por causas desconhecidas, de provável etiologia de imunidade
cruzada. Já as discrasias também ocorrem em consequência de processos de
depleção das colônias formadores de células sanguíneas presentes na medula
óssea (CAEIRO, 2006). As neoplasias que mais cursam como causa de síndromes
paraneoplásicas são as próprias neoplasias hematológicas, como a leucemia
mieloide aguda e crônica. Já a síndrome da lise tumoral caracteriza-se por uma
liberação maciça de conteúdo necrótico derivado de células malignas, alterando
a homeostase corporal, cursando com alterações metabólicas como hipercalemia
entre outros distúrbios no equilíbrio eletrolítico desse pacientes. Além disso,
a liberação a necrose tumoral libera fatores que induzem a cascata de
coagulação e podem ocasionar episódios tromboembólicos e em casos muito graves,
coagulação intravascular disseminada (DARMON, 2008). Uma alteração rara, mas já
documentada, é a eosinofilia paraneoplásica, como sinal indicativo de doença
linfoproliferativa em atividade (CHAUFFAILLE, 2010).
As síndromes paraneoplásicas do sistema
nervoso são as mais raras nos pacientes com câncer, e sua frequência é
desconhecida. Podem afetar qualquer nível do sistema nervoso e frequentemente
antecedem a detecção do tumor (BARDY et al., 2000). Os tumores mais prevalentes
envolvidos nas síndromes paraneoplásicas do sistema nervoso central estão
envolvidos na expressão de proteínas neuroendócrinas, como o tumor de pequenas
células do câncer de pulmão e o neuroblastoma, afetando órgãos com função
imunomoduladora, como o timo ou aqueles órgãos que contem tecido neuronal
maduro ou imaturo.
As síndromes paraneoplásicas podem ser
pistas para se identificarem neoplasias ocultas e, portanto, compreender,
identificar e investigar as síndromes paraneoplásicas é fundamental no rastreio
e redução dos elevados índices de morbimortalidade que o câncer vem atingindo,
já que em alguns casos estes sinais são premonitórios do surgimento da
neoplasia maligna, até mesmo em casos que marcadores séricos e exames de imagem
não conseguem detectar a tumoração.
Referências
BARDY, F. B., CAGY, M.; POMPEU FILHO,
F. et al. Degeneração cerebelar subaguda paraneoplásica: relato de caso. Arq.
Neuro-Psiquiatr. 58 (3): 764-768, 2000.
BRINCA, A.; BRITES, M. M.; FIGUEIREDO,
A. et al . Papilomatose cutânea florida e acantose nigricante maligna
reveladoras de neoplasia gástrica. An. Bras. Dermatol.,
86 (3): 573-7, 2011.
CAEIRO, F. O papel da
neutropenia no prognóstico do doente oncológico com pneumonia adquirida na
comunidade. Rev Port Pneumol, 15 (4): 736-739, 2009 .
CARVALHO FILHO, A. X.; SARDINHA, S.;
BALDOTTO, C. S. et al . Osteoatropatia hipertrófica. Pulmão
RJ 16(2-4):97-102, 2007.
CHAUFFAILLE, M. L. L. F. Eosinofilia
reacional, leucemia eosinofílica crônica e síndrome hipereosinofílica
idiopática. Rev. Bras. Hematol. Hemoter., 32
(5): 395-401, 2010.
COHEN, P. R.; GROSSMAN, M. E.; ALMEIDA, L,. et al.
Tripe Palms and Malignancy. Journal of Clinical Oncology 7:
669-78, 1989.
DALMAU, J.; ROSENFELD, M. R. Paraneoplastic
syndromes of the CNS. Lancet Neurol; 7 (4): 327-40, 2008.
DARMON, M.; MALAK, S.; GUICHARD, I. et al . Síndrome de lise tumoral: uma revisão abrangente da
literatura. Rev. bras. ter. intensiva, 20 (3): 278-285,
2008.
FORGA, L.; ANDA, E.; MARTÍNEZ DE
ESTEBAN, J. P. Paraneoplastic hormonal syndromes. An Sist Sanit Navar,
28(2):213-26, 2005.
FAM,
A. Paraneoplastic rheumatic syndromes. Baillieres Best
Pract Res Clin Rheumatol 14 (3): 515-33, 2000.
MASON,
R. BROADDUS, M.; MARTIN, N. Murray e Nadel's Textbook of Respiratory
Medicine. 4th ed. Elsevier,
2005.
PELOSOF,
L. C.; GERBER, D. E. Paraneoplastic syndromes: an approach to diagnosis and
treatment. Mayo Clin Proc, 85(9):838-54, 2010.
MARTIN, L. N. C.; KAYATH, M. J. Abordagem
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Bras Endocrinol Metab, 43 (6): 472-479, 1999.
POLINETO, O. B.; REIS, F. J. C.; LOPES,
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quimioterapia: experiência de 12 anos. Rev. Assoc. Med. Bras.,
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MACEDO, A. G.; FUSARI, V. C.; ALMEIDA,
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neoplasia pulmonar. An. Bras. Dermatol., 79
(4): 457-462, 2004.
Imagem: http://www.medicinageriatrica.com.br
22 de fevereiro de 2013
Recontando uma História: A Narrativa do Paciente no Registro de Alunos de Semiologia
"Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o
irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas
vago e sufocador.
(Clarice
Lispector)
Pacientes
também são considerados contadores de histórias, segundo Frank (2000).
Eles contam as suas histórias, as narrativas de suas doenças. Os médicos e
estudantes de Medicina escutam suas histórias e as registram. Por isso, a
prática da medicina requer competência em narrativa, o que significa a
capacidade para reconhecer, assimilar, interpretar e atuar de acordo com as
histórias e dificuldades relatadas pelos pacientes (CHARON, 2001).
19 de fevereiro de 2013
Mesa Redonda sobre Ética em Pesquisa com Seres Humanos
Amanhã, dia 19/02/2013, haverá Mesa Redonda no Centro de Ciências Médicas (CCM) da Universidade Federal
da Paraíba (UFPB) com a temática "Ética na Pesquisa com Seres
Humanos", abordando-se conceitos, procedimentos e orientações
fundamentais.
Esta Mesa
Redonda será promovida pela Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
do Curso de Medicina da UFPB, e terá como participantes o Prof. Dr. Marconi
José Pimentel Pequeno (Professor do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes
da UFPB), Profa. Dra. Eliane Marques Duarte de Sousa (Coordenadora do Comitê de
Ética em Pesquisa do Centro de Ciências da Saúde da UFPB) e a Profa. Dra.
Iaponira Cortez Costa de Oliveira (Coordenadora do Comitê de Ética em Pesquisa
do Hospital Universitário Lauro Wanderley, UFPB).
13 de fevereiro de 2013
2 de fevereiro de 2013
29 de janeiro de 2013
Vítimas da Negligência em Santa Maria
Vítimas de uma tragédia anunciada e da negligência de autoridades e empresários. Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil, 27/01/13.
Os
profissionais da saúde podem oferecer trabalho voluntário pelo telefone (55)
9155-2087.
Para doar
água, luvas, máscaras e medicamentos o número é o (55) 9155-2087. O cadastro de
enfermeiros e técnicos de enfermagem deve ser feito pelo (51) 3378-5511 e pelo
e-mail: presidente@portalcoren-rs.gov.br.
23 de janeiro de 2013
GESME em Atividade do Programa “Jovens Talentos para a Ciência”
Tácia
Adriana Florentino de Lima, estudante do segundo período de
graduação em Medicina da UFPB, nossa aluna no Programa “Jovens Talentos para a
Ciência”, apresentando a Introdução e os Objetivos do projeto do qual participa
no Grupo de Estudos em Semiologia Médica (GESME): “Atitudes de Estudantes
de Ciências da Saúde da UFPB Vinculados ao Programa de Iniciação Científica em
Relação à Bioestatística”.
Como aluna do Programa Jovens Talentos para a Ciência, Tácia
Adriana Florentino de Lima, agora no segundo período de graduação, tem superado nossa expectativa docente em termos de dedicação, curiosidade
científica e capacidade de trabalho em equipe. A
princípio (entre agosto de 2012 e janeiro de 2013), ela trabalhou juntamente com o
estudante Ezemir Fernandes Júnior, do oitavo período em Medicina/UFPB, e agora
passa a acompanhar as atividades de pesquisa de Cícero Faustino
Ferreira, do nono período, ambos atuando como alunos do Programa Institucional
de Voluntários de Iniciação Científica (PIVIC) no GESME. Tácia está aprendendo os
primeiros passos da atividade de pesquisa, cumprindo o Plano de Atividades
descrito abaixo.
O “Programa
Jovens Talentos para a Ciência” é um
programa do governo federal através da Coordenação de Aperfeiçoamento de
Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (CNPq) e que tem o objetivo de inserir precocemente os estudantes universitários no
meio científico.
Plano de Atividades de Tácia
Adriana Florentino de Lima (Programa Jovens Talentos para a
Ciência/Capes/CNPq/UFPB)
- Participar
do Grupo de Estudos em Semiologia Médica (GESME), grupo de pesquisa registrado
no Diretório dos Grupos de Pesquisas do CNPq;
- Participar das reuniões semanais do GESME como ouvinte;
- Participar de uma apresentação oral de projeto de pesquisa por
semestre no GESME;
- Realizar
levantamento bibliográfico e leitura de trabalhos e textos básicos sobre
pesquisa em Medicina e Semiologia Médica;
-
Compartilhar com estudante PIVIC da vivência de realização de entrevistas
estruturadas com estudantes da UFPB bolsistas do Programa de Iniciação
Científica dos cursos da área de Saúde;
- Participar
da análise dos dados obtidos em trabalho de campo juntamente com estudante do
PIVIC, em cujo projeto enfoca-se a participação do estudante da área de saúde
da UFPB em pesquisas científicas;
- Participar
do encontro de iniciação científica da UFPB e de outros eventos científicos
durante a vigência do Programa Jovens Talentos para a Ciência;
- Habilitar-se no acesso à literatura científica através
de treinamento no uso do Portal de Periódicos da CAPES;
-
Assistir a defesas de dissertações na UFPB (cursos de Mestrado do Centro de
Ciências da Saúde / UFPB);
- Estudar
obrigatoriamente uma língua estrangeira;
- Desenvolver a capacidade/habilidade de observar, analisar,
sintetizar e aplicar conhecimento na sub-área de Semiologia Médica;
- Realizar
leitura e fichamento de resumos de publicações encontradas enfocando a
participação do estudante de medicina em pesquisa científica;
- Conhecer
pesquisas sobre Semiologia Médica, dentro de diferentes perspectivas teóricas e
práticas, por meio de projetos integrados e de grupo no GESME;
- Realizar
treinamento em análise de dados em software estatístico em
sessões promovidas pelo GESME.
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