Hoje ocorreram
duas bancas simuladas ("banquinhas") de defesa de projetos de pesquisa de conclusão da
disciplina de Métodos Quantitativos no Programa de Mestrado Profissional em
Gestão em Organizações Aprendentes (UFPB). Esta têm sido uma atividade fundamental no
contexto de um curso sobre metodologia de pesquisa de abordagem quantitativa
para os mestrandos. Essas simulações permitem que os estudantes pratiquem a
apresentação oral de seus projetos de pesquisa, recebendo feedback e avaliação
de uma banca examinadora composta pela professora e mestrandos colegas de
turma. Durante as bancas simuladas, os mestrandos têm a oportunidade de
demonstrar seus conhecimentos e habilidades na estruturação e fundamentação
teórica de seus projetos, na definição adequada de objetivos e hipóteses, na
seleção e justificativa dos métodos quantitativos a serem utilizados, bem como
no plano de análise e interpretação dos resultados esperados. Além disso, as
bancas simuladas oferecem um espaço para discutir aspectos éticos e
metodológicos relevantes para a pesquisa.
As bancas
simuladas também estimulam a interação e o debate entre os mestrandos, que têm
a oportunidade de aprender com as experiências e sugestões apresentadas pelos
colegas. Além disso, essas simulações podem contribuir para a criação de um
ambiente de colaboração e compartilhamento de conhecimentos entre os
participantes do curso.
Ao final das
bancas simuladas, os mestrandos recebem um feedback detalhado sobre suas
apresentações, permitindo que eles identifiquem pontos fortes e aspectos para
possível aprimoramento nos seus projetos de pesquisa.
O primeiro
projeto apresentado teve como objeto de estudo a evasão do Programa Jovem
Aprendiz nas unidades socioeducativas de João Pessoa, Paraíba, que constitui um
problema complexo e multifacetado que afeta a educação e o desenvolvimento dos
jovens. No contexto do Programa Jovem Aprendiz, que busca promover a inserção
de jovens no mercado de trabalho por meio da combinação de aprendizado prático
e formação teórica, a evasão pode representar uma barreira significativa para o
sucesso do programa e para o futuro desses jovens.
O
segundo projeto exibido foi sobre o impacto de uma intervenção educativa para
crianças da primeira e segunda séries do ensino fundamental com diagnóstico de
déficit de aprendizagem em uma escola municipal de Santa Rita, Paraíba. O
acompanhamento adequado dos alunos com déficit de aprendizagem é essencial para
promover a inclusão e o desenvolvimento educacional desses estudantes. Nesse
sentido, equipes multiprofissionais desempenha um papel fundamental, reunindo
profissionais de diversas áreas para oferecer suporte e intervenção
personalizada.
Exercício de apresentação e apreciação de projeto de pesquisa como trabalho de conclusão da disciplina "Métodos Quantitativos" na #UFPB em 2023.1.
As discussões de projetos de pesquisa por mestrandos podem ser consideradas como uma forma de produção de conhecimento. Durante essas discussões, os mestrandos têm a oportunidade de compartilhar suas ideias, apresentar suas propostas de pesquisa e receber feedback e insights de seus colegas e orientadores.
Essas discussões promovem a troca de conhecimentos, experiências e perspectivas, permitindo que os mestrandos ampliem sua compreensão sobre o tema de pesquisa, identifiquem lacunas no conhecimento existente e desenvolvam abordagens metodológicas mais sólidas.
Além disso, as discussões de projetos de pesquisa podem levar a novas descobertas, novas hipóteses e novos caminhos de investigação. Ao ouvir diferentes opiniões e pontos de vista, os mestrandos são desafiados a refletir criticamente sobre suas pesquisas e a aprimorar seus projetos.
Essa interação entre os mestrandos também contribui para a construção de uma comunidade acadêmica colaborativa, onde os estudantes podem se apoiar mutuamente, compartilhar recursos e estabelecer parcerias de pesquisa.
Portanto, as discussões de projetos de pesquisa por mestrandos desempenham um papel importante na produção de conhecimento, estimulando o pensamento crítico, o aprofundamento teórico e o desenvolvimento de habilidades de pesquisa. Essas trocas promovem um ambiente propício à geração de novas ideias e ao avanço do conhecimento científico em uma determinada área.
Este vídeo sobre religiosidade
e competência cultural na saúde foi produzido por meus alunos de Diversidade
Étnica e Cultural na Medicina (Bartô Romeu Barros Miguel, Fabio Santos
Oliveira, Fellype Araújo de Franca, Jeferson da Silva Batista, Samuel Pinto
Braz e Victor Cerqueira Ciriaco de Freitas) do terceiro período da graduação em
Medicina na UFPB, mostra que ouvir os pacientes, perguntar e respeitar suas
opiniões sobre saúde, respondendo às suas preocupações, crenças e preferências
contribui significativamente para a relação médico-paciente e o resultado
clínico.
A sensibilidade cultural desempenha um papel importante na relação
entre religião e saúde. A diversidade de religiões cria desafios para os
profissionais e sistemas de saúde para fornecer cuidados médicos culturalmente
competentes. A competência cultural é a capacidade de profissionais e
organizações de saúde de prestar serviços de saúde que atendam às necessidades
culturais, sociais e religiosas dos pacientes e suas famílias.
O cuidado
culturalmente competente pode melhorar a qualidade do paciente e os resultados
do cuidado. As estratégias para mover os profissionais e sistemas de saúde em
direção a esses objetivos incluem o fornecimento de treinamento em competência
cultural e o desenvolvimento de políticas e procedimentos que diminuam as
barreiras para fornecer atendimento ao paciente culturalmente competente.
Meus alunos da disciplina
de Diversidade Étnica e Cultural na Medicina (Aline de Sousa Furtado, Amanda de
Souza Araújo, Caio Caitano Cavalcante, Daniel Freitas Alves, Gabriell Bruno
Matias Pontes, Glenda Targino da Silva e Silva e Rosevandro Farias de Siqueira),
do terceiro período da graduação em Medicina da UFPB, produziram este vídeo
sobre competência cultural na atenção à saúde enfocando a diversidade
religiosa.
Muitas vezes, na atenção à saúde, as crenças religiosas não são
levadas em consideração. Um fator por trás disso parece se dever ao fato de que
muitos profissionais de saúde foram treinados durante sua educação e prática
médica para olhar as coisas sob a mentalidade de um cientista. Por meio dessa
visão, os profissionais de saúde poder excluir a religião de seu plano
diagnóstico e terapêutico.
Como atividade teórico-prática do
componente curricular “Diversidade Étnica e Cultural na Medicina”, Ana Maria
Toscano Carneiro Vieira Leal, Barbara de Souza Alves, Emanuella Francisca de
Lacerda Vieira, Lilian Andreia da Rosa, Maria Heloiza de Souza Fernandes,
Samira Carla Vieira de Oliveira e Samona Mangueira Dantas, estudantes do curso
de graduação em Medicina da UFPB, Campus I, produziram este vídeo didático-pedagógico
em que problematizaram uma situação abordando uma demanda de uma paciente que professa a religião Testemunhas de Jeová, e que encontra
barreiras ao seu atendimento no serviço de saúde. Elas aplicaram a técnica da
ação-reflexão-ação, sob a lógica da problematização, de conforme o Arco de Maguerez (situação-problema,
pontos-chaves, teorização, soluções e aplicação).
A diversidade de religiões em todo o mundo cria desafios para os profissionais e sistemas de saúde fornecerem cuidados médicos culturalmente competentes. Sendo o Brasil um país predominantemente religioso, espera-se encontrar cenários que reproduzam a realidade do seu ambiente cultural, com reflexões e aberturas à diversidade e competência cultural na atenção à saúde.
O
pluralismo, especificamente o pluralismo religioso, é uma posição assumida ou
uma política implementada pelo governo, que deve ser respeitado no Brasil, em
face da Constituição Federal, que envolve a defesa da diversidade de crenças
religiosas. Isso é realizado no princípio de que tais crenças podem coexistir
harmoniosa e positivamente em uma sociedade por meio da aceitação das
diferenças de crenças e através da ampla educação e compreensão religiosa. A
manifestação exata do pluralismo é que uma pessoa com uma identidade cultural e
religiosa da maioria de um país é capaz de expressar e praticar suas crenças sem discriminação no
sistema de saúde, e idealmente, sem ostracismo social ou preconceito.
Dessa maneira, um médico, diante da situação-problema elaborada, pode equilibrar seu dever para com sua paciente, sua instituição e os valores éticos que regem sua profissão.
Este vídeo complementa apresentação anterior* de demonstração
de criação de variáveis, preenchimento dos dados, estatística descritiva e
realização de testes no SPSS, faltando demonstrar a interface do PSPP, a
alternativa gratuita ao SPSS.
Demonstração de criação de variáveis, preenchimento dos dados,
estatística descritiva (frequências, médias) e realização de teste de
Kuskall-Wallis e qui-quadrado, além de dois gráficos no software SPSS.
Sessão de orientação
acadêmica em iniciação científica abordando a temática da Classificação
Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) como tema do
projeto de pesquisa. A CIF é uma ferramenta essencial para compreender o funcionamento
e a saúde das pessoas com deficiência, abrangendo aspectos físicos, mentais e
sociais.
Como orientadores, desempenhamos um papel fundamental na formação
acadêmica e profissional dos mestrandos, e a análise estatística desempenha um
papel crucial em suas pesquisas quantitativas. Sabemos que muitos mestrandos
podem enfrentar desafios ao lidar com a estatística em suas pesquisas. Alguns
podem ter uma base limitada em estatística, enquanto outros podem se sentir
sobrecarregados com a variedade de técnicas estatísticas disponíveis. É nosso
papel como orientadores fornecer orientações claras e apoio nesse processo,
ajudando-os a adquirir as habilidades necessárias para realizar análises estatísticas
adequadas. As habilidades aprendidas também podem ser usadas em um contexto
mais amplo em uma carreira e em um aspecto tecnológico. Métodos de cálculos à
mão são muito importantes, no entanto, conjuntos de dados maiores podem ser
analisados por software de computador.
O SPSS é um sistema mais antigo e o R é
um sistema mais novo. Ambos são usados para analisar grandes conjuntos de
dados. Dito isso, os dados são mais fáceis de analisar por meio de software de
computador. Os dados podem ajudar as pessoas em carreiras que podem ter que
analisar os dados como uma carreira. Também poderia permitir que perguntas
fossem respondidas com grandes conjuntos de dados para pesquisas futuras.
O projeto terapêutico em cuidados paliativos é uma abordagem
essencial no campo da medicina que visa proporcionar cuidados holísticos e de
qualidade a pacientes com doenças graves, progressivas e potencialmente
terminais. Esses cuidados são direcionados para aliviar o sofrimento físico,
psicológico, social e espiritual do paciente, assim como para oferecer suporte
aos seus familiares.
Como plano de cuidado interdisciplinar, o Projeto Terapêutico
Singular do Indivíduo (PTSI) é um conjunto de propostas de condutas
terapêuticas articuladas, sendo este conjunto um produto da discussão coletiva.
Um de seus objetivos principais é aprofundar as possibilidades de intervenção
sobre determinado caso clínico.
Sessão
de Mentoria Acadêmica com meu orientando da graduação sobre elaboração deprojeto de pesquisa para revisão de escopo
sobre aplicabilidade da Classificação Internacional de Funcionalidade,
Incapacidade e Saúde (CIF), desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde
(OMS) em hospitais universitário. A CIF é uma ferramenta utilizada para
descrever e classificar o estado de saúde de uma pessoa, levando em
consideração não apenas as condições médicas, mas também os aspectos
funcionais, sociais e ambientais.
A Coordenadora dos projetos de pesquisa "Interação entre Estresse Percebido e Envolvimento no Autocuidado de Estudantes de Medicina em uma Universidade Federal” e comunica que estarão abertas inscrições para participar da seleção de discentes de graduação em Medicina da UFPB (períodos do P3 ao P10) para iniciação científica (PIBIC e PIVIC/UFPB) no referido projeto. Cotas de bolsas para o projeto só serão definidas no dia 02/08/23 (previsão). O (s) candidato (s) com pontuação mais elevada em prova objetiva sobre métodos científicos quantitativos e qualitativos poderão receber bolsa PIBIC.
Estudantes interessados devem seguir os passos:
1) Ler o projeto de pesquisa "Interação entre Estresse Percebido e Envolvimento no Autocuidado de Estudantes de Medicina em uma Universidade Federal” a ser disponibilizado em 12/06/2023.
2) Ler o Edital 01/2023 PROPESQ/CGPAIC/UFPB, em particular o item 4, disponível em: http://www.propesq.ufpb.br/propesq/acl_users/credentials_cookie_auth/require_login?came_from=http%3A//www.propesq.ufpb.br/propesq/propesq/contents/editais-e-chamadas/edital-01-2023-propesq-cgpaic
3) Realizar sua inscrição entre o dia 10/07/23 a 30//07/2023, exclusivamente por meio deste Formulário
4) Data e horário da aplicação da prova serão divulgados no dia 30/07/23
5) O resultado da prova será divulgado no dia da prova às 20h00 pelo Instagram @rilvamunoz e neste site Semioblog <http://www.semioblog.website/>
16/06/23 - Atualização: Considerando que houve prorrogação do prazo para as submissões ao Programa de Iniciação Científica, como nova data de submissões estabelecida no dia 26/06/23, a publicação do projeto do nosso grupo de pesquisa foi adiada para o dia 19/06/23.
28/06/23 - Atualização:Comunico que não houve tempo para finalizar o projeto de pesquisa para submissão ao EDITAL 01/2023 - PROPESQ/CGPAIC/UFPB neste ano. Pela perda de prazo, infelizmente o projeto não será inscrito nesse Edital.
Esta atividade de problematização da disciplina
de Diversidade Étnica e Cultural na Medicina (CCM/UFPB) mostrou situações de
pacientes e famílias indígenas ao acessar um serviço de saúde. A discriminação
contra os povos indígenas tem sido identificada como um dos principais desafios
nestas situações, e foi discutida nesse estudo de caso pelos meus alunos Victor
de Freitas, Aline Furtado, Bartô Miguel e Fábio Oliveira, do II período do
curso de graduação em medicina da UFPB. As experiências de discriminação são
consideradas uma das causas profundas das desigualdades de saúde existentes
entre os povos indígenas. Experiências de discriminação são comuns, com
pacientes de grupos étnicos diversos relatando tratamento abusivo, estereótipos
e falta de qualidade no atendimento prestado, o que desestimula o seu acesso ao
atendimento em serviços de saúde.
Neste vídeo, três dos nossos mestrandos do#profsaude realizam uma apresentação de mapa conceitual construído por eles com cartolina e pincel sobre educação profissional na saúde, considerando o contexto da atenção primária. Usando esse tipo de recurso, por meio de representação esquemática, hierarquicamente organizada para sistematizar o conjunto de conceitos, conectados por meio de palavras, criaram enunciados significativos. Eles mostraram, de modo simples e baseados na sua própria prática de preceptoria, nas leituras e discussões em fóruns realizados ao longo do componente curricular, a relação significativa entre os conceitos na forma de proposições, o que revelou a compreensão de cada aluno sobre o que foi desenvolvido durante o semestre na disciplina de “Educação na Saúde” do mestrado PROFSAUDE.
Gravação improvisada, com consentimento dos três mestrandos.
É fim de ano e que ano foi 2022! De novo! Para entender melhor
o que de fato aconteceu, as conquistas e os aprendizados, o final do ano é uma
ótima oportunidade para tirar um tempo para uma reflexão consciente. É um
momento também para agradecer.
Este vídeo curto é do início de uma reunião para introduzir a
pauta de uma telerreunião do minicurso "Estigma e Discriminação na Atenção
à Saúde", para estudantes do segundo período de graduação em Medicina,
especificamente sobre acesso de pessoas lésbicas, gays, bissexuais e
transgêneros (LGBT) aos serviços de saúde. Elas têm historicamente, e continuam
hoje a encontrar barreiras ao acesso à atenção à saúde. Isso foi atribuído ao
heterossexismo e à homofobia, que moldam as instituições. Os serviços de saúde
de vários países estão reconsiderando se os modelos atuais de prestação de
serviços são inclusivos e respondem adequadamente à comunidade LGBT.
Nos últimos anos, a competência cultural tornou-se um termo crescentemente aplicado para uma variedade de conhecimentos e atitudes para enfrentar o desafio da diversidade nos serviços de saúde. Os graduados em Medicina precisam ser capazes de prover cuidados em saúde culturalmente sensíveis e apropriados a pacientes de todas as origens socioculturais. Que valores culturais podem ser desenvolvidos com o estudo da diversidade cultural e étnica na medicina? A graduanda do segundo período do curso de medicina da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Marília Graziela Vieira de Macena Lima, apresenta uma síntese interpretativa sobre tópicos de competência cultural na medicina e consciência cultural crítica na área da saúde. Além disso, Marília compartilha insights e explora o significado e a influência da cultura na atenção à saúde.
Propus aos meus alunos do
segundo período de graduação em medicina (turma 114/UFPB), a situação-problema
de uma consulta médica de um paciente LGBTQIAP+ com um médico insensível
culturalmente. Em grupos, eles discutiram e escreveram sua análise de forma
reflexiva, demonstrando capacidade crítica relevante. Não existe maneira certa
ou errada de escrever reflexivamente, mas elaborei um feedback para as
respostas de um dos grupos de minha turma, pontuando aspectos significativos apontados.
Usando mapeamento conceitual, Flavia Cristina Nogueira Ribeiro
Teixeira, mestranda do #profsaude polo #ufpb, pós-graduação stricto sensu para
qualificação de trabalhadores e profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS), sintetiza seu aprendizado sobre educação na saúde.
Flávia partiu do conceito geral SUS e desenvolveu o mapa conceitual derivando
um conjunto de conceitos e proposições relacionadas à educação profissional na
saúde.
Desde que a Organização Mundial da Saúde afirmou a importância
de organizar a atenção primária à saúde (APS) em torno do conjunto de ações de
saúde individuais, familiares e coletivas, correspondendo aos cuidados
essenciais à saúde, baseados em tecnologias acessíveis, como o primeiro nível
de contato com o sistema nacional de saúde e o primeiro elemento de um processo
contínuo de atenção no Brasil. Os serviços da APS são cada vez mais o coração
dos cuidados de saúde integrados e centrados nas pessoas.
O SUS é o modelo de serviço para a cobertura universal de
saúde, desenvolvida por meio de práticas de cuidado integrado e gestão qualificada,
realizada com equipes multiprofissionais e dirigida à população em território
definido, sobre as quais as equipes assumem responsabilidade sanitária. Essas
equipes trabalham de forma interprofissional e os esforços para melhorar sua
formação e qualificação precisam incluir a educação da força de trabalho: a
educação na saúde.
As tendências recentes na maioria das áreas da vida social têm
sido fortemente focadas na diversidade humana, mas o ageísmo (etarismo;
idadismo), ou preconceito e/ou discriminação por idade, continua sendo um
grande problema.
Como Artur Xavier Cristofoletti, estudante de graduação em
Medicina pela Universidade Federal da Paraíba, comenta neste vídeo, sob a forma
de monólogo - como ele mesmo denominou -, o problema do ageísmo está sendo
detectado até em algoritmos que priorizam candidatos jovens para refletir a
composição do mercado de trabalho, apesar das penalidades legais para essa
prática.Chamou sua atenção um artigo
sobre flagrantes de discriminação etária em sistemas de Inteligência Artificial
(IA), que são desenvolvidos usando-se dados que refletem os preconceitos
implícitos e explícitos da sociedade, e assim os modelos preditivos nos
sistemas de IA amplificam a desigualdade, o privilégio e o poder na sociedade.
Apesar de a indústria de recrutamento atual ter como foco eliminar a
discriminação nos processos de recrutamento e seleção, muitas vezes prevalecem
as práticas de recrutamento anti-idade, pois é habitual dos funcionários de uma
organização imitarem o comportamento de contratação anterior do empregador e,
ao fazer isso, perpetua preconceitos preexistentes.
Ele discorre sobre o fato de os idosos serem postos à margem
da sociedade por serem considerados improdutivos. Tal discriminação também está
presente em ambientes de assistência à saúde e nos processos de educação
profissional em saúde.
Arthur afirma que a discriminação por idade no Brasil deve ser
compreendida através da abordagem de múltiplas discriminações. Isso exige que
se considere a perspectiva da interseccionalidade, que engloba a ideia de que
as pessoas podem experimentar simultaneamente a opressão e privilégios baseados
em certas características e dependendo do contexto da situação. Em alguns
casos, motivos como sexo, gênero, orientação sexual, raça/cor, etnia, idade ou
deficiência, para citar apenas alguns, podem se entrecruzar e juntos produzem
efeitos de amplificação do preconceito e da discriminação.
A organização independente Freedom House monitora anualmente o
estado da liberdade e democracia em todo o mundo.
A repressão da liberdade é amplamente dispersa e deriva de
muitos fatores, como mostra os resultados anuais da pesquisa "Freedom of the
World".
Neste terceiro vídeo sobre a "liberdade de expressão e o
atual teatro democrático", apresento o infográfico dos resultados da
pesquisa Freedom of the World em 2022, os parâmetros de análise dos dados e os
critérios de avaliação da Freedom House para determinar o índice de liberdade e
democracia no mundo.
Este vídeo representa a continuidade da apresentação sobre “a
Liberdade de Expressão e o Atual Teatro Democrático” - agora, na parte 2 -
iniciando reflexões sobre direitos políticos e liberdades civis.
As liberdades individuais – desde à liberdade de expressão ao
direito à livre manifestação de opinião políticas perante a lei - estão sendo
afetadas no Brasilpor atores não
estatais.
Aula na modalidade remota da disciplina de Cuidados Paliativos
para alunos do primeiro e segundo períodos do curso de graduação em medicina da
UFPB (Centro de Ciências Médicas).
Uma frase conhecida de advertência contra a complacência foi
atribuída erroneamente ao filósofo e estadista irlandês do século XVIII, Edmund
Burke.
Burke disse algo parecido com a citação em seu “Thoughts on
the Cause of the Present Discontents” (1770): “Quando os homens maus se
combinam, os bons devem se associar; senão eles cairão, um por um, um
sacrifício impiedoso em uma luta desprezível”. Então a citação pode ter sido
uma paráfrase.
Pode ter sido essa a provável fonte da atribuição errônea ou
apócrifa na biografia intelectual de Burke.
Na melhor das hipóteses, a essência da citação pode ser
rastreada até o filósofo utilitarista John Stuart Mill, que fez um discurso
inaugural em 1867, mencionando que "os homens maus não precisam de nada
mais para alcançar seus objetivos que os homens bons não fizerem nada. Não é um
bom homem aquele que, sem protesto, permite que o mal seja cometido em seu nome
e com os meios que ele ajuda a fornecer”.
Pode-se resumir a ideia da citação em tela da seguinte maneira: Quando os homens bons se omitem, todos sofrerão.